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A Diva do Sofá

Porque a vida em tons de cor-de-rosa é tão gira que devíamos atropelá-la com um camião TIR.

A Diva do Sofá

Porque a vida em tons de cor-de-rosa é tão gira que devíamos atropelá-la com um camião TIR.

A Forma da Água

via GIPHY

 

Pois para quem ainda não teve oportunidade de ver a Forma da Água, que veja porque vale muito a pena. Tal como já disse anteriormente, eu sou um bocado suspeita para falar do filme porque gosto imenso dos filmes do Guilhermo del Toro e este nota-se bastante que é dele, não só pela maneira de contar a história como também por todo o ambiente criado. 

 

Eu achei que este filme tinha imensos elementos que também encontramos no Labirinto de Fauno, ou no Hellboy e sinceramente, ao contrário do que alguns dizem sobre o facto de ser uma espécie Splash, a sereia, pois... não achei nada disso.   

The Alienist - A outra série que estou a ver

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Não, não vou escrever sobre a Casa de Papel. Sobre essa escreverei noutra altura, até porque o que vi até agora não me deixou sobejamente impressionada.

 

Vou escrever-vos, sim, sobre uma outra série que – de facto – me está a deixar bastante impressionada, não só porque tropecei nela acidentalmente, mas também pelo cast de actores que integra, pela cenografia, pelo ambiente, pelo enredo e pela construção dos personagens. Esta série chama-se, então, The Alienist e conta com a participação dos actores Daniel Brühl, Luke Evans e da actriz Dakota Fanning.

 

A acção decorre em Nova York dos finais do século XIX, com uma introdução muito à laia de Jack the Ripper e ao contrário do que possam pensar que o título sugere, não se trata de uma investigação sobre ovnis ou raças extraterrestres. Na verdade, a introdução começa logo por nos situar informando-nos do seguinte:


In the 19th century, persons suffering from mental illness were thought to be alienated from their own true natures. Experts who studied them were therefore known as alienists.”

 

Portanto, como veem, não estamos propriamente no domínio das invasões alienígenas, mas sim no domínio das perturbações e patologias psiquiátricas, que no século XIX não eram – bem, bem - tratadas a Xanax. Assim sendo, a história começa com um assassinato brutal e toda a acção e personagens desenvolvem-se a partir daí, num ambiente entre o gótico, o Taboo e Os Gangues de Nova York… ok, talvez ligeiramente menos violento que os Gangues de Nova York, mas não muito.

 

Dos episódios que vi até agora (ainda não os vi a todos), as minhas exclamações mais frequentes foram: “Ugh!! ´Ca nojo!!!” e “Ah! Deixa lá ver como é que isto continua”. Resumindo, as minhas reacções foram muito positivas e porquê? Porque existiram e não se resumiram ao frequente, “Mas que cocó é este!?”, nem àquela lamechice pegajosa que parece que não sai nem com um esfregão de palha-de-aço.

 

A recriação da época e respetiva organização social está muito boa e faz-nos pensar: “Ainda bem que as coisas evoluíram um bocadinho desde então”. Nesse sentido, se me perguntarem se é uma série que vale a pena ver, a resposta é sim. Vale a pena acompanhar esta série.

 

 

The Craft

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Hoje, por algum motivo, lembrei-me deste filme. The Craft, de 1996, que eu vi também por essa altura e que adorei. Na verdade, nem sei porque é que estou a lembrar-me dele agora, mas penso que gostava de o ver outra vez (se bem que isto às vezes é uma má ideia). 

 

Pelos zunzuns que grassam por aí, em 2016 a Sony anunciou uma sequela deste filme (o que não corresponde exactamente a um remake), que teoricamente decorrerá 20 anos depois. Todavia, de acordo com as últimas notícias (que datam de Fevereiro de 2018), parece que ainda andam à luta com o script e como tal não me parece que seja algo que esteja para muito breve.  

 

Para além disso, normalmente, as sequelas acarretam um risco de falhar que é bastante elevado já que muitos dos os elementos culturais que numa determinada altura eram relevantes, deixam de o ser noutra altura e este exercício de incorporar novos elementos culturais, numa sequela que tem características muito específicas ligada a algumas sub-culturas (como é o caso do gótico ou do punk rock), à vezes tem resultados catastróficos. Pessoalmente, gosto de continuações mas também é verdade que, em muitos casos, são uma grande desilusão.    

 

via GIPHY

Os óscares, a Forma da Água, a Hora mais Negra e outras cenas.

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É verdade, ainda não escrevi nada sobre os Óscares porque na realidade, praticamente, não vi nenhum dos filmes que estava indicado para a estatueta de ouro. E digo “praticamente” porque só vi – aos bochechos – o Dunkirk e não o achei tão espantoso quanto isso… ou então estava com sono, o que pode bem ter sido o caso.

 

Agora, gostaria muito de já ter visto a Forma da Água e a Hora mais Negra. O primeiro porque sou fã dos filmes do Guillermo del Toro (e simplesmente AMEI o Labirinto de Fauno), gosto imenso da série de televisão The Strain e ainda não tive oportunidade de ver a série Trollhunters, porque ainda não calhou (é infelizmente mais uma que está na lista porque a maltinha aqui não consegue fazer tudo ao mesmo tempo, o que é uma chatice). Também gostava de ver o segundo porque sou fã do Gary Oldman e gostei muito dele no papel do Drácula do Bram Stoker (apesar deste ser um daqueles filmes cuja história não é bem como a do livro, mas pronto já vi exercícios criativos piores).

 

Relativamente à cerimónia dos óscares… pois… não vi, já não vejo há alguns anos e confesso que já não tenho grande paciência (nem vontade) para ficar acordada a ver aquela coisa. Também não tenho qualquer interesse em ver os desfiles na passadeira vermelha, porque para além de não me interessar - um boi -pelos trapos que os diversos convivas estão a usar, quando quero ver plástico vejo 5 minutos do Keeping up with the Kardashians e pronto! Nos 6 meses seguintes estou livre dessa vontade.

 

Resumindo, estes são os motivos pelos quais não me interessei muito pelos óscares, no entanto é claro que, no dia seguinte, fui ver quem é que tinha ganho e até fiquei contente porque não tinha sido o Dunkirk (que ganhou uma ou outra estatueta mais técnica, mas não a do melhor filme nem a do melhor realizador).

Jessica Jones - 2ª Temporada

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E portanto, no próximo dia 8 de Março, lá estaremos (na Netflix) para ver a 2ª temporada da Jéssica Jones, que se antecipa muito interessante... ou pelo menos as vozes dentro da minha cabeça estão bastante expectantes (o que já não é mau porque significa que estão entretidas com qualquer coisa). 

 

Assim sendo, let's look at the trailer:

 

 

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