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A Diva do Sofá

Porque gostamos de ver filmes e séries, mas quer em casa, quer no cinema o importante é estarmos bem instalados.

Porque gostamos de ver filmes e séries sempre bem instalados.
Qui | 28.02.19

O que eu tenho estado a ver - The Umbrella Academy

Helena R. Moisio

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The Umbrella Academy é uma série, que podem ver na Netflix desde o passado dia 15 de Fevereiro, baseada na banda desenhada de Gerard Way e Gabriel Bá publicada pela Dark Horse Comics.

 

Nunca li os livrinhos aos quadradinhos, mas posso-vos dizer que a série está um espectáculo. É divertida, alternativa, as personagens são giríssimas e a banda sonora vale a pena. O enredo é claro que passa por um grupo de super-heróis - bastante diferentes do habitual - a tentar salvar o mundo e uma dupla de assassinos, igualmente, diferentes a tentar impedir que isso aconteça. 

 

No elenco temos atores como a Ellen Page (que fez de Kitty Pryde no X-men: Days of Future Past), a Mary J. Blige (que é a Mary J. Blige), o Tom Hopper (que fez de Sir Percival na série Merlin), ou o David Castañeda (que fez de Hector no filme Sicário), entre outros mais ou menos conhecidos mas com um papel engraçadíssimo nesta série. Pessoalmente, gosto imenso da interpretação do actor irlandês Robert Sheehan, que interpreta a personagem do Klaus Hargreeves.

 

Fica então a sugestão de que se andam à procura de qualquer coisa para ver, esta é uma boa hipótese.

 

The Umbrella Academy (2019– ) on IMDb

Seg | 25.02.19

O que vou experimentar - HBO Portugal

Helena R. Moisio

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Pois é, vou ter de experimentar a HBO Portugal. Não é só porque quero ver em primeira mão a última temporada da Guerra dos Tronos. É porque quero ver a última temporada da Guerra dos Tronos e pelo menos uma outra série chamada Manifest. Tirando isso, a HBO tem muito boas séries que, por acaso, até podem valer os 4,99 € por mês e sempre é melhor do que ver os canais generalistas de televisão... ou pelo caminho que isto leva os canais por cabo tipo Fox ou AXN que, nos dias de hoje, parecem ter tanta ou mais publicidade que um canal normal. Bem sei que a malta tem de viver meus amiguinhos, mas isto é quase tão desagradável como ir ao cinema e ter intervalos de 5 em 5 minutos e sem ter direito aos buffets dos bilhetes VIP... que aliás acabaram com isso nos cinemas do el Corte inglés e foi uma pena, mas adiante. Se calhar não compensava, mas eu até gostava e costumava usar o serviço.

Seg | 18.02.19

Quem sigo no Youtube - Rita Mendes

Helena R. Moisio

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Pois é verdade, hoje não vos vou falar de séries de televisão. Não é porque não tenha nada para falar, porque isso até nem é de todo verdade, mas é porque também tenho as minhas preferências no Youtube e porque - felizmente (ou não depende seriamente da perspectiva) - as minhas perferências não as perferências do resto do mundo... excepto talvez no que respeita á Guerra dos Tronos... por causa dos Dragões é óbvio.

 

Aqui há uns tempos atrás andava a pesquisar umas coisas sobre os estilos rockabilly, pin ups e coisas assim dos anos 50 e tropecei no canal da Rita Mendes. A Rita é maquilhadora, mas para além disso é também bióloga e é a autora do blogue Beauty Magpie (que está um pouquinho desatualizado, mas que na minha opinião teria um potencial imenso se ela conseguisse disponibilizar algum tempinho para se dedicar a ele). No entanto, no seu papel de youtuber, o que mais me fascinou no canal da Rita foi toda a sua naturalidade e toda a sua normalidade.

 

Sim é um canal em que se fala de maquiagem, penteados e estilos dos anos 50 (que contrariamente á crença popular sempre foi uma época que me atraiu imenso em termos de estilo). Não, felizmente não é nada mainstream (apesar de eu achar que ela gostaria de ser um pouquinho mais popular), mas imaginem assim: é alguém que não berra para a audiência como se o mundo fosse acabar em menos de 24 horas; é alguém que não padece daquelas vozinhas histéricas e afetadinhas das miúdinhas de 15 anos (e também não está a tentar imitar uma), é alguém que não é irritante, não é arrogante, não tem a mania que é um espectáculo e acima de tudo não tem ar de bonequinha de plástico. É genuína. Curiosamente e no meio daquele universo que é o youtube, eu diria que a Rita será  uma pessoa bastante normal com quem deve dar gosto ter uma conversa.

 

Pessoalmente, eu vou seguindo sempre os vídeos que ela publica porque gosto de ouvir o que ela tem para contar, gosto das dicas e das ideias que vai dando e farto-me de rir sempre que a sua gata faz uma aparição relâmpago, como se lhe testasse a capacidade de improviso. De certa forma, a Rita faz-me lembrar o lado pin up da Tatiana na Cherry Doll 'n' The New York Bops... e também me fazem lembrar da imensa inveja que eu tenho das duas por terem uma personalidade tão forte, que é capaz de incorporar este estilo no seu dia-a-dia... é uma inveja boa deixem-me dizer-vos, mas é sem dúvida inveja. Calhando até era engraçado as duas entrarem em contacto já que têm algumas coisas em comum. 

 

via GIPHY

Ter | 12.02.19

E também tenho estado a ver - You (a.k.a Tu)

Helena R. Moisio

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Pois é verdade, também tenho estado a ver esta série que não é mais do que o típico boy meets girl and then shit happens, mas com um twist interessante porque o enredo é contado na perspectiva de um psicopata. Então, mas porque é que só agora é que estou a falar nisto? A razão é simples, porque - por sinal - o mulherio anda todo caídinho pela personagem principal que é o Joe Goldberg, interpretado pelo actor Penn Bagdley. 

 

Ora bem... pessoal do sexo feminino... tenham algum tino nesse conjunto de ervilhas a que chamam cérebro. O actor interpreta bem o personagem, mas o personagem é um psicopata e por norma todas as perturbações da mente que terminam em "pata", não são boa onda por muito romantizadas que possam parecer. Não se tratando de um filme de terror, o primeiro episódio desta série deixou-me arrepiada não pelo facto da criatura principal ser um bocado perturbada, mas pela retratação do objecto do seu interesse que é a Beck (interpretada pela actriz Elizabeth Lail). A Beck, não é ninguém e é toda gente. Representa apenas uma cidadã anónima, livre e despreocupada, que coloca a sua vida nas redes sociais e a partir do momento em que entra numa livraria torna-se em algo apetecível para alguém que tem uns probleminhas. A partir daqui começa a dança do cerco, que mais dissimulado menos dissimulado, mais romântico menos romântico não deixa de ser um cerco que se vai apertando em torno do objecto.

 

No fundo o que esta série explora é uma relação entre um predador e uma presa, sendo que a diferença entre esta e um documentário da BBC sobre vida selvagem é, acima de tudo, o facto de que os intervenientes têm 2 patas em vez de 4. É no entanto, uma série interessante quando se olha criticamente para os aspectos nela retratados, mas não é - definitivamente - uma história de amor que vá terminar bem (ainda que eu não tenha visto todos os episódios da 1ª temporada)... a não ser que comecem a abardinar a história toda por causa da pressão das audiências. 

 

Pronto, esta é a minha opinião, mas vale a pena formarem a vossa. 

 

You (2018– ) on IMDb

Ter | 05.02.19

E o que é que tenho estado a ver?????

Helena R. Moisio

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Sim, sim, tenho estado a ver a 2ª temporada do The Punisher

Sim, é absolutamente brutal a todos os níveis e este Frank Castle, interpretado pelo actor Jon Bernthal, está um espectáculo (e não tem nada a ver  com a interpretação dele no início da série Walking Dead). 

Não, não vou fazer uma review super intelectual e altamente elaborada porque não só não me apetece, como também, há uma montanha de críticos de cinema e séries de televisão que fazem isso e adoram ouvir-se a eles próprios, tipo Narciso a fazer festinhas ao espelho. Eu, não quero saber disso para nada, ou gosto ou não gosto. É só. 

 

Também já vi a série Titans e já tinha começado a ver a série You, mas destas 2 falarei noutros posts. Por agora, o trailer da 2ª temporada do The Punisher é este:

 

 

 

O Justiceiro (2017– ) on IMDb