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A Diva do Sofá

Porque gostamos de ver filmes e séries, mas quer em casa, quer no cinema o importante é estarmos bem instalados.

Aqui também gostamos muito - The Punisher

13.08.18 | A Diva do Sofá

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 Pois é verdade, nós aqui em casa somos fãs do The Punisher, não só, porque se trata de uma série de televisão sobre um personagem da Marvel relacionada com as outras séries da Marvel disponíveis na Netflix (Daredevil, Jessica Jones, Luke Cage, Punho de Ferro e Defenders), mas também porque de facto se trata de uma excelente série e está bem classificada na IMDB. 

 

Nesta série (e para quem nunca leu os livrinhos aos quadradinhos), ficamos a conhecer a pesada história do Frank Castle que se fosse um bocadinho mais negra dava para fazer outro filme do Corvo. Destas 6 séries da Marvel, esta é aquela que - para mim - é a mais pesada e sangrenta delas todas e o Jon Bernthal (que muitos se devem recordar no papel de Shane Walsh da série The walking dead), é o melhor Punisher que eu já vi até hoje. Esta é uma personagem completamente atormentada e totalmente passada da cabeça e é absolutamente fabuloso. É também uma série um bocado violenta e sangrenta... bom, na verdade é quase tão sangrenta como o Spartacus (embora não seja fácil bater este recorde), pelo que se compreende que não seja bem para todos os públicos, no entanto para os menos impressionáveis é algo que, sem dúvida, vale muito a pena ver. 

 

Além disso, a banda sonora do trailer é o One dos Metallica e cai muito bem ali. De momento, ainda está só disponível a 1ª temporada e eu ainda não fui checar para quando é que está prevista a 2ª, mas vai haver uma 2ª.

 

O Justiceiro (2017– ) on IMDb

E agora estou a ver - Castle Rock

10.08.18 | A Diva do Sofá

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 Estreada a 25 de Julho, esta é a nova série de televisão do Stephen King e do J.J. Abrams que conta com a participação dos actores Bill Skarsgård (irmão do - também -actor  Alexander Skarsgård, que já devem ter visto na série True Blood e filho do actor Stellan Skarsgård que já viram, de certeza em filmes como o Mamma Mia ou os Vingadores ), cuja primeira vez que o vi foi na série Hemlock Grove e a última foi no filme IT, vestindo a pele da personagem Pennywise; Sissy Spacek, que dispensa introduções; ou Noel Fisher que já participou em filmes como as Tartarugas Ninja ou a Saga Twilight.      

 

Então e esta série trata do quê? 

 

Pois bem, de uma forma resumida e para começar, esta série é de horror psicológico e por isso é óptima para quem gosta do género (como eu), de seguida conta-nos a história sobre as estranhas maleitas que assolam uma desgraçada cidadezinha do Maine chamada Castle Rock, na qual a maior entidade empregadora é a prisão de Shawshank, e a forma como estas afetam os seus moradores.

 

Até ao momento ainda só vi 3 episódios (dos 10 que estão previstos), e posso dizer-vos que tem um enredo muito interessante que nos agarra ao ecrã. As personagens estão muito bem conseguidas e os actores encarnam-nas também de uma forma bastante bem conseguida. É claro que não sei se isto vai descambar ou não, mas pelo menos até agora isso não aconteceu e isso é muito positivo. 

 

É uma série classificada com uma pontuação de 8.7 na IMDB, não está disponível na Netflix, nem - que eu me tivesse dado conta - em nenhum canal por cabo. Eventualmente, se estiverem interessados, podem tentar o website brasileiro Minha Série ou então outros métodos de visualização alternativa, para os quais se sugere a utilização de uma VPN. A última possibilidade é ficar à espera que alguma das televisões passe a série, entretanto podem sempre visualizar o trailer.

 

Castle Rock (2018– ) on IMDb

Também tenho estado a ver - Travelers

02.08.18 | A Diva do Sofá

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 Outra série que tenho estado a acompanhar na netflix é esta, Travelers. O enredo versa sobre viagens no tempo (é sempre uma temática popular e gira quando bem trabalhada), mas não de uma maneira qualquer. Aqui não há máquinas de viagem, não há portais que nos transportam para outra época, não há nada disso. O que há é o facto de num futuro distante (ou não, depende da perspetiva de cada um), existirem meios de transferir a consciência humana para o passado (uma espécie de Altered Carbon, sem o ser), e como sabem esta cena de upload e download de consciência é sempre uma coisa que me fascina, por isso é de calcular que até estou a gostar bastante da série, pese embora ela não seja muito focada no aspecto técnico da coisa, nem nos aspectos ético-morais do processo. Na verdade, a julgar pela acção e pela construção dos personagens, a questão ético-moral é coisa que não os assiste grandemente. Talvez seja pelo melhor, pois das duas uma; ou estão a debater o seu conflito interno entre a ética e a moral; ou estão a tentar salvar o mundo. Não dá é para fazer as duas coisas ao mesmo tempo, visto que os episódios só têm 40 minutos e as temporadas 12 episódios. 

 

Adiante Rocinante! Estes nossos 5 personagens têm muito com que se entreter enquanto salvam o mundo até porque, nos tempos livres, têm de viver a vida dos seus hospedeiros o mais normal possível (que é coisa que nenhum deles é) e dentro dos erros de casting que eventualmente foram feitos quando, por azar, escolheram o hospedeiro A ou B para se instalarem. Portanto, estes moços são um espectáculo. 

 

De momento a série conta com 2 Temporadas e vem aí a 3ª, pelo que se pode deduzir que a netflix deve estar contentinha com os resultados da mesma. Além disso esta série está classificada na IMDB com 8 pontos, pelo que se trata de uma boa pontuação. 

 

Viajantes no Tempo (2016– ) on IMDb