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A Diva do Sofá

Porque gostamos de ver filmes e séries, mas quer em casa, quer no cinema o importante é estarmos bem instalados.

Porque gostamos de ver filmes e séries sempre bem instalados.
Qua | 17.05.17

Das imagens claustrofóbicas

Helena R. Moisio

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 Estava aqui a olhar para esta fotografia que encontrei no Unsplash (do fotografo  Faustin Tuyambaze ), e estava cá a pensar de mim para comigo: "Mas que coisa tão claustrofóbica".

 

Eu olho para esta imagem e fico com falta de ar. 

 

Já imaginaram o que é estar no meio daquela gente toda? Onde é que fica o espaço pessoal? E se uma pessoa precisar de ir à casa-de-banho?... quer dizer só de fraldinhas... ou então não bebe líquidos que é para minimizar as probabilidades dessa ocorrência. 

 

Por outro lado, a fotografia também me fez lembrar do meu regresso a casa ontem ao fim da tarde em que, por azar, apanhei o desfile dos universitários na Avenida de Roma. É obvio que o trânsito ficou virado de pernas para o ar, mas o giro era ouvir os comentários dos cidadãos séniores no autocarro.

 

Na categoria dos mais ousados estavam umas senhoras, todas entusiasmadas, que diziam que era muito engraçado ver a alegria daqueles jovens. Dentro desta categoria existia ainda uma sub-categoria de nostálgicos, que também recordavam as suas experiências universitárias com saudades e a mesma alegria. Depois havia a categoria dos "Velhos-do-Restelo" que não estavam nada contentes com tal despropósito de manifestação e dentro desta categoria ainda haviam duas sub-categorias; a dos falsos-moralistas que diziam "Eu nunca fiz aquelas figuras e sempre me portei muito bem" e a dos cataclísmicos que diziam "Agora só faltava afogarem-se no Meco". 

 

Eu, que ia a ler o meu livrinho, ria-me a olhar para o iPad. O cortejo era o que era, só achei que era pequenito. O que me estava a divertir a sério eram os comentários alheios. 

 

 

 

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Seg | 08.05.17

Nerd week: A Diva no World of Warcraft

Helena R. Moisio

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 Ora bem, nada como começar a semana a falar de jogos de computador (e para os aficcionados da linguagem eu sei que existe uma diferença entre Nerd e Geek mas, gostei mais do som de "Nerd" e é mais abrangente), porque sim,  eu gosto de jogos de computador (mais do que jogos de consola) e jogo World of Warcraft desde 2007 quando foi acrescentado à expansão do Burning Crusade a abertura do the Dark Portal (penso eu de que e se não estou em erro) e a partir daí nunca mais parei.

 

Por isso, é verdade... eu ainda sou do tempo em que os coitaditos dos Paladinos para terem o seu cavalinho, no nível 40, tinham de passar as passinhas do Algarve e correr Dire Maul para conseguirem ter o estupor do cavalo. E também sou do tempo em que Stone Watch Keep e torres circundantes, só tinham orcs elites e a maltinha era nível 18 e ou se tinha um amigo do nível 70 (não havia mais alto) que ia lá bater nos moços ou estava tudo lixado. A dungeon de Zul' Farrak também era uma animação, havia sempre wipes na escadaria. Era giríssimo. Naquela altura, como não havia o dungeon finder, os grupos não podiam ser feitos automaticamente portanto era importante pertencer a uma Guilda, conhecer as pessoas, saber pensar e saber jogar. Hoje em dia qualquer amíba consegue jogar sem ter de pensar muito, o que é uma pena mas, em rigor, os rapazes da Blizzard não são propriamente uma instituição de caridade.

 

As Guildas eram uma coisa divertidíssima também. Assistia-se a cada drama que vai lá vai. Nem era preciso ver novelas na televisão, bastava ligar o computador dizer "Olá" no chat da Guilda e começar a assistir à cena... ou cenas, eram sempre mais do que uma e havia-as para todos os gostos. Ser Guild Master naquela altura era super lixado, para além de ter gerir os eventos da Guilda (também não havia calendário, havia o chat e cada um marcava as cenas na sua agenda), ainda tinha de gerir sensibilidades. Um dia fiz uma fita gigantesca porque não me quiseram levar num raid a Karazhan... diziam que não tinha spell power suficiente... fiquei tão lixada que não falei com o meu namorado (da altura) durante 3 dias. Ele também jogava e pertencíamos à mesma Guilda e em boa verdade ele foi a razão pela qual comecei a jogar, mas aquela cena não se faz e eu fiquei mesmo danada. 

 

Hoje em dia a grande parte das pessoas com quem eu jogava, já não joga este jogo. A maioria simplesmente desistiu pelo grau de facilitismo que foi sendo introduzido ao longo das expansões e pela dinâmica social das Guildas que foi afetada e se perdeu bastante nestes tempos mais recentes. Quanto a mim, bom... eu lá vou jogando com os meus bonequinhos num percurso bastante solitário. Jogo porque gosto do jogo e gosto da história, mas já não me dou ao trabalho de socializar porque não vejo nada que me indique que vale a pena investir nesse sentido. Dungeons faço quando tem de ser e raids, sem malta decente numa Guilda igualmente decente nem pensar porque não tenho grande paciencia para histerias. No entanto, é claro que gostava de encontrar maltinha decente, tenho saudades disso.

 

E para concluir deixo-vos com uma foto dos meus "piquenos" de nível 110. Os outros 40 ainda não são deste nível.

 

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Sex | 05.05.17

The Defenders - Marvel

Helena R. Moisio

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 E para júbilo dos fãs da Marvel (tipo eu), a 18 de Agosto de 2017 estreará na Netflix The Defenders ou, por outras palavras, Os Defensores 

 

Não são os defensores originais, pese embora eu gostasse muito de ver o Dr. Estranho (de preferência interpretado  pelo actor Benedict Cumberbatch ) na equipa, mas... Daredevil, Luke Cage, Jessica Jones e Iron Fist, também me parece uma boa escolha. 

 

Assim sendo, aguardarei ansiosamente por Agosto de 2017 entretanto entretenho-me a ver o trailer.

 

 

 

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Qua | 03.05.17

Da primeira semana de Maio

Helena R. Moisio

Pensavam v.exas que eu já tinha desaparecido, não era?

 Naaaaah. 

Tive um fim de semana prolongado em que, supostamente, descansei. Depois acabou e voltei ao trabalho no meu ninho de cucos favorito. 

Aparentemente regressou tudo meio alucinado, mas essa é outra história porque na verdade o que me apoquenta mesmo é o regresso dos calções. 

Pensei que já tinham morrido mas... não. Ainda hoje encorajei um colega meu colega meu a atropelar umas criaturinhas de calções. Ambos concordámos que seria um serviço público que prestávamos já que tal peça de roupa é claramente sobrevalorizada por algumas tipologias de fisionomia feminina de uma forma, um tanto ou quanto, distorcida. 

Infelizmente, também considerámos que os agentes da lei e da ordem poderiam não partilhar do mesmo conceito de serviço público e então não atropelámos ninguém. 

 

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