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A Diva do Sofá

Porque gostamos de ver filmes e séries, mas quer em casa, quer no cinema o importante é estarmos bem instalados.

Neo-Feminismo, a tragédia.

27.02.17 | A Diva do Sofá

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No passado dia 20 de Fevereiro, calhou a ver o telejornal da SIC (normalmente não vejo televisão, o que vejo são séries e na maioria das vezes vejo na televisão mas não através dos canais de TV) e por acaso coincidiu com a transmissão da reportagem "Acha que conhece o seu pais?", sobre a Igualdade de Género. Resolvi então assistir àquela coisa.

 

Fiquei absolutamente horrorizada com os resultados do excelente trabalho que as mulheres portuguesas têm estado a fazer na educação da sua prol. A todas vós tiro-vos o chapéu e faço a devida vénia por conseguirem pôr todas as grandes senhoras que alguma vez lutaram pela igualdade de género às voltas no túmulo. 

 

Com todo o devido respeito, Evas sois uma nódoa. Vós e o vosso neo-feminismo de merda.

 

Essa cena de resgatar a feminilidade redefinindo a condição da mulher na perspectiva do sexo-precioso que deve ser cuidado, não por que é frágil mas, pelo seu valor desperta em mim... o Godzilla. Sabem porquê? Porque continua a insistir-se na conversinha objectificante do sujeito. 

 

Sabem o que é que se faz com uma pedra preciosa? 2 coisas:

 

  1. Guarda-se bem guardadinho dentro de um cofre, para não ser roubada;
  2. Ostenta-se e exibe-se em público para mostrarmos que temos uma e que todos os outros podem morrer de inveja.

 

Todavia, ao contrário do que acontece com uma verdadeira pedra preciosa, não a podemos vender se nos encontrarmos em situação de insolvência porque chamam-lhe tráfico humano e parece que a legislação portuguesa não gosta muito disso. 

 

Em 2004, o Jornal Público publicou um artigo, de Graça Franco, intitulado Neo-feminismo precisa-se! 13 anos depois, ei-lo. Apesar de não me parecer que fosse esta a direcção ou sequer os resultados que a autora almejava com o artigo que escreveu, infelizmente, é o que há; porque por muito optimismo que a senhora tenha colocado no prefixo "neo", provavelmente, ter-se-á esquecido que todos os conceitos antecedidos por este prefixo tendem a ser algo catastrófico que não vai correr bem.

 

Não sou uma feminista radical e acho que desde o século XIX já se percorreu um longo caminho mas, pelos vistos ainda há muito para fazer no que respeita à mudança das mentalidades e com isto não me estou a referir às mentalidades masculinas. Estou a referir-me às mentalidades femininas cuja formação começa em casa. Párem de ensinar às vossas filhas que elas têm de saber tratar da casinha! Párem de lhes atribuir rótulos e papeis que vocês não sabem se elas querem! Vocês têm alguma noção do que é que custa lutar este tipo de convenções sociais? Estar constamente a questionar e a pôr em causa dogmas sociais? Eu faço isso desde a adolescência (idade tramada da qual não tenho nenhum tipo de saudades), portanto, como podem imaginar foi bastante lixado, principalmente, porque - como os meus pais ambos trabalhavam - tínhamos uma empregada, vinda das berças, que fazia uma distinção muito vincada entre meninos e meninas.

 

Ela também achava que eu devia saber desempenhar as tarefas domésticas... Um dia, respondi-lhe que quando isso acontecesse ela deixava de ter utilidade lá em casa. Foi fazer queixinhas aos meus pais lavada em lágrimas... era matreira a tipa (quer dizer ainda é que está viva) mas, era um desafio constante.

 

Conclusão: Sim, tentaram impôr-me os papeis tradicionais reservados ao sexo feminino. Não, não resultou. Fiz uma fogueirinha bonita com eles e casei-me com um finlândes que não liga a essas merdas. Em casa, não há coisas que eu faço melhor, nem coisas que ele faz pior. Os dois somos capazes de fazer as mesmas coisas. Quando queremos fazer, fazemos. Quando não queremos fazer, não fazemos. Ele tem os interesses dele, eu tenho os meus. Eu não me colo aos interesses dele e ele não se cola aos meus porque não somos gémeos siameses mas, também temos interesses comuns (o que convém, não é verdade?). De qualquer forma, o choque cultural existe e manifesta-se, no entanto, não se coloca na questão do género.

 

Por isso, senhoras gajas, vejam lá o que é que andam a ensinar à próxima geração de miúdas porque os últimos resultados não são lá grande coisa. Atinem-se.

 

 

      

 

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As 5 melhores Apps para ler eBooks - Versão atualizada

24.02.17 | A Diva do Sofá

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Aqui há um par de meses atrás escrevi um post no Anãozinho de Jardim (o meu outro blogue), sobre as cinco melhores apps para ler eBooks, que são estas baseadas nas classificações atribuídas pelos utilizadores:

 

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Mesmo antes do Natal resolvi pesquisar as 5 melhores aplicações (Apps) para ler ebooks e estas foram as que me apareceram pela frente tendo como base as melhores classificações por parte dos utilizadores e o facto de serem gratuitas, podendo ser descarregadas ou da Google Store ou da Apple Store. 

 

No entanto, notem que isto não é, propriamente, um ranking ou seja, não é uma lista ordenada hierarquicamente do melhor para o pior. Todas estas aplicações têm vantagens e têm desvantagens, têm versões pagas e versões gratuitas mas quem decide qual é que é a melhor são vocês já que a melhor será aquela que for mais adequada às vossas necessidades.

 

Ora bem, assim sendo e sem nenhuma ordem em particular:

 

1. Kindle App - disponível para Android e iOS.

2. Bookari - disponível para Android e iOS, suporta formatos EPUB e PDF.

3. Bluefire - disponível para Android e iOS, suporta formatos EPUB e PDF.

4. Moon+ Reader - Disponível para Android.

5. FB Reader - Disponível para Android, suporta os formatos EPUB, RTF, DOC, HTML, MOBI.

 

Pessoalmente, no meu iPad tenho a aplicação da Apple para ebooks (que já vinha com a máquina) e tenho a Bluefire. Ambas funcionam lindamente.

 

Tenho também, no meu Asus Tablet a FB Reader, que funciona muito bem e tenho um Kobo cuja função não é outra que não seja ler ebooks (gosto de gadjets, acho sempre que preciso de mais um mesmo quando isso não é necessariamente verdade).

 

De resto é uma questão de decidirem qual é a que melhor funciona para vós e boas leituras!

 

 

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Tatuagens - Só porque sim

22.02.17 | A Diva do Sofá

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 No outro dia, em conversas trocadas aqui pela blogosfera, apercebi-me que ainda existem alguns preconceitos e alguma discriminação em torno das pessoas que - por uma razão ou outra - têm tatuagens e gostam de tatuagens, como se o facto destas pessoas gostarem de usar o seu corpo como uma tela as transformasse nalgum tipo de ser malfeitor de agenda dúbia e intenções pouco claras.

 

O meu marido - como bom finlandês que é - tem tatuagens e eu também, querem ver:

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 por isso além de nunca ter ligado um boi (ou sequer pensado sobre isso até recentemente) sobre o que é que os outros achavam ou deixavam de achar (já que esse é um problema deles e não meu), também não acho que a minha inteligência ou a minha matriz psicológica tenham ficado seriamente comprometidas com a aptência pessoal para fazer bonecos onde muito bem entendo.

 

Pessoalmente, gosto de símbolos, gosto de runas e gosto de sigílos e são esses que gosto de tatuar porque para mim significam a minha relação com o invísivel. Outros há que gostam de ter autênticas obras de arte no corpo  e então? Também há criaturas que nunca saiem de casa sem maquiagem e no entanto quando olhamos para elas (para essas criaturas), qual palhaço no circo! Até têm o risquinho da base mal espalhada à volta da cara. Vou criticá-las só porque tiveram o azar de cair num pote de tinta logo pela fresca? Claro que não. Cada um cai onde quiser e ninguém tem nada a ver com isso. O importante é que estejam felizes. 

 

Além do mais sou da  firme convicção que quem passa demasiado tempo à procura dos defeitos dos outros, também passa muito pouco tempo a olhar para os seus próprios defeitos, sendo que quem diz defeitos também diz qualidades. O exercício é exactamente o mesmo e os efeitos, embora diferentes, são ambos maus.

 

Felizmente, aqui no tasco onde trabalho, ninguém liga ao facto das pessoas terem tatuagens ou não, sendo

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que a grande maioria - de nós - é tatuada (e não, não trabalho num atliêr de tatuagens). Talvez por isso nunca tivéssemos passado pelo constrangimento dos olhares reprovadores dos empregadores e não nos tivéssemos sequer preocupado em pensar sobre o assunto. Por outro lado, a natureza do nosso trabalho obriga-nos a viajar com alguma frequência e a ter reuniões no estrangeiro, logo também é fácil de nos apercebermos que muitos dos nossos colegas estrangeiros também são tatuados e não são, nem menos inteligentes nem más pessoas por causa disso.   

 

Por isso, querem fazer tatuagens, façam. Não querem fazer tatuagens, não façam. Agora, não deixem que sejam os outros a decidir o que é que vocês devem ou não devem fazer, devem ou não devem ser porque essa decisão não é da esfera de competência deles (excepto se forem menores... se forem menores não têm grande remédio senão esperar por melhores dias). O único conselho que costumo dar às pessoas que ainda não decidiram se querem ou não fazer uma tatuagem é; pensem bem no assunto e no que é que querem fazer porque depois essa cena para sair é mais complicado.  

 

 

 

 

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Outlander II... ou que se lixem os gauleses.

20.02.17 | A Diva do Sofá

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 Ora bem, não posso dizer que defraudei as minhas expectativas já que continuei - sempre em frente - para a segunda temporada da desta série.

 

No entanto, confesso que quando cheguei ao fim do sétimo episódio já deitava gauleses pelos olhos, sendo que quando passei pelo 5º a única coisa que me ocorria era: "Porque é que não foram buscar o Nero - o piromaníaco - a Roma? Ficava tão bonito fazer uma fogueirinha em Paris e material inflamável não falta". Mas... presumo que não faça parte do enredo criado nos livros e de acordo com as entrevistas, a história está a acompanhar os ditos cujos. Pena, uma vez que algumas partes poderiam ter sido objecto de liberdade criativa.

 

O maior problema que encontrei até agora é a enorme quantidade de drama. É drama, drama e mais drama. Não tenho nada contra o drama mas, com conta peso e medida. Se o objectivo principal da cena toda é impedir a batalha de Culloden então o enfoque devia ser esse e não o excesso de drama dos pequenos enredos secundários, ora na minha humilde opinião, isto faz com que existam ali alguns episódios que parecem ali estar só para encher chouriços. É claro que explorar a relação da Claire e do Jamie é importante e toda a gente gosta de apreciar os atributos do rapaz (principalmente quando a indumentária é o Kilt) mas, em alguns momentos até eu teria dado uns abanões à rapariga e dito "Tu atina-te gaja!! Queres mudar esta merda ou não? 'Tás aí a anhar p'ra quê?" e zuca! Espetava-lhe com duas testinhas para ver se a criatura acordava, ou assim.

 

Eu ainda não li os livros (mas já fui buscá-los ao éter) e como tal não sei qual é a linha que a autora segue nesta sua aventura pelas viagens no tempo mas, em 1945 - quando a protagonista é transportada para o passado - a teoria da relatividade já existia há 40 anos uma vez que Einstein publicou-a em 1905 e mesmo que esta teoria não fizesse parte do currículo das enfermeiras na 2ª Guerra Mundial (e uma vez que autora, não pretendia desenhar uma personagem tontinha e o marido do presente até era do meio académico), então seria possível que em algum momento da sua vida a personagem pudesse ter tropeçado na mesma, pelo que a consciência disto seria o suficiente para abrir uma multiplicidade de cenários possíveis com os respectivos resultados que, se estão considerados nos livros então não estão assim tão bem ilustrados na série. Neste aspecto, penso que a coisa poderia ter sido melhor explorada e não levava até à exaustão a relação entre o Jamie e a Claire.

 

Bom, mas vamos ver como é que a coisa vai descambar até ao final desta 2ª temporada mas, a julgar pelos resumos dos episódios... não sei. De qualquer forma, a IMDB diz que vai haver uma temporada 3 e 4 (2017 e 2018) respectivamente. Estou para ver qual é a volta que isto vai levar mas, se for para meter mais moços de kilts e um bocadinho menos drama, força aí.

 

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Outlander... ou queremos bolachinhas escocesas.

17.02.17 | A Diva do Sofá

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 Ora bem, no outro dia comecei a ver - na Netflix - a série de televisão Outlander. Confesso que de inicio resisti um bocado, pensei que não era coisa para mim e até resolvi ver o primeiro episódio da segunda série dos Shadowhunters para ver se a coisa tinha melhorado um pedacito (nota: não melhorou. Continua muito má mesmo), só depois é que resolvi ver então o primeiro episódio da primeira série. 

 

Ia tendo um treco.

 

Ia tendo um treco, porque não parei pelo 1º episódio e tinha de ir trabalhar no dia a seguir (anotem aí: se são daquelas pessoas que ficam agarradas às séries, é melhor verem esta nos fins-de-semana). Adorei esta primeira série. O enredo é muito bom, a interpretação é muito boa e se há uma coisa na qual os ingleses são excelentes é na reconstituição histórica. 

 

Logo no primeiro episódio houve ali - o que me pareceu ser - uma dissonância entre a época que é apresentada no trailer (e que se pode ler na wikipédia), e que dizem ser a 2ª Guerra Mundial mas, confesso que as primeiras imagens da reconstituição pareceram reportar-se à 1ª Guerra Mundial e não à 2ª, o que assim de repente me pareceu um engano um bocado grosseiro mas posso estar (e provavelmente estarei) enganada. De resto, quando a coisa começa a chegar ao final do primeiro episódio, já nos estamos a borrifar em larga escala para qual das guerras é que é. É que nem interessa nada. Começa-se a olhar para os moços dos kilts, entramos em modo de Braveheart e é uma chatice.... principalmente porque temos de ir trabalhar no dia a seguir.

 

Chegada ao dia seguinte achei que era pertinente massacrar a comissão europeia com a exigência de que estes deviam criar um burgo igual ao meu mas na Escócia (nota: ideia cuja qual as minhas colegas inteiramente subscrevem, apesar de algumas se queixarem que as bolachinhas escocesas deixam um bocadinho a desejar porque têm excesso de manteiga, pessoalmente não me sinto legitimada para aferir a veracidade de tais pretensões dado que nunca trinquei nenhuma), mas voltemos à ideia de base. A ideia é bastante pertinente porquê? Porque na verdade só os ingleses é que querem sair da U.E, os escoceses até querem ficar e assim como assim muda-se o burgo do Reino (des)Unido para a Escócia. Está certo que o clima é um cóco mas também o é em Bruxelas e ninguém se queixa (além disso, nos dias que correm é também mais seguro já que não costuma explodir muita coisa por lá). Logo é uma ideia absolutamente viável e podemos fazer mais reuniões na Escócia (nota: também sugeri exercicios de team building para fomentar o espírito de equipa e promover o trabalho de cooperação europeia entre burgos, bem como explorar de forma inteiramente pedagógica a animosidade que existe em relação aos ingleses).

 

Bem sei... assim de repente até parece que estou a exagerar um bocadinho mas, não estou.

 

Conclusão: Letes luque áte de trêiler

 

 

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Em modo criativo

15.02.17 | A Diva do Sofá

Eu não sei como é que é com vocês mas, euzinha aqui, desde os 16 anos que tenho a mania que escrevo umas coisas a que chamo histórias. Sim, histórias e não estórias. Aqui na minha caverna chamam-se histórias, com um "h" minúsculo, porque quando se escreve com um "H" maiúsculo estamos a referir-nos ao substantivo História. Foi assim que me ensinaram na escola e eu não considero que a distinção seja assim tão complicada de fazer ao ponto de ter de modificar a palavra para perceber as diferenças de utilização. Como tal, aqui neste espaço nunca irei usar a termo "estória". Mas, voltando ao assunto de facto tenho mesmo a mania que escrevo umas coisas e, efectivamente, até escrevo. Não mostro praticamente a ninguém, excepto a um núcleo muito restrito de pessoas porque - diz a minha terapeuta - que tenho medo da rejeição (é claro que ela não me disse isto assim desta forma). Pessoalmente, eu acho sempre que o que tenho escrito é tão barbaramente mau que não preciso que ninguém me diga o que eu já sei... ou, o que eu acho que sei.

 

Para além desta auto-imposta limitação, um dos maiores problemas com que até agora me tenho deparado é o facto de recorrer, na maior parte das vezes, a um estilo de escrita livre no qual as ideias vão surgindo e a malta vai escrevendo à medida que as coisas vão acontecendo. Resultado prático; quando chegamos para aí à página 120 constatamos: "Fooooogo!... Já estou perdida. E agora?"

 

Pois é, e agora?

 

Agora, vais ler esta cagada toda desde o início para tentares perceber onde é que estás e muito mais importante, para onde é que queres ir. Conclusão, este exercicio permanente, além de ser cansativo, acaba com a motivação de qualquer um e faz com que tenhamos uma sensação constante de que nunca chegamos a lado nenhum e está sempre tudo incompleto.

 

No primeiro fim de semana de Fevereiro, tive uma nova crise de criatividade quando fui ao cinema mas num modelo diferente e quando cheguei a casa montei a estrutura toda de uma história em 40 minutos. É como se fosse um mapa. Sabemos onde estamos, sabemos onde queremos chegar e sabemos que há imensos caminhos para chegar ao nosso destino. Depois de montado o esqueleto, o passo a seguir é começar construir os demais elementos como os cenários, os personagens etc., e no meu caso eu recorro imenso a imagens principalmente como fonte de inspiração para criar personagens.

 

Como a minha onda é mais (bem mais) o universo do fantástico, encontro sempre montes de ideias na arte digital e uma das minhas artistas favoritas é a Mavrosh (deviantart). Foi nas criações dela que encontrei a inspiração para criar uma personagem menor (ou pelo menos era para ser uma personagem menor, entretanto já acho que vou ter de promovê-la), a quem provisoriamente está atribuído o papel de antagonista e parece-se com isto:

 


The White Naga by Mavrosh on DeviantArt

 

Quando olhei para a criatura pensei: "Olha que fixe já tenho alguém para criar drama, matar e introduzir mais à frente outra personagem pior que esta.". Fiquei super contente. A sério que fiquei. O problema veio depois... é que um antagonista - mesmo que pequeno - tem a sua história, as suas vivências e as suas percepções. Então o que é que eu fiz? Construí-lhe uma história pois então!... E lixei esta porcaria toda! Agora como me afeiçoei a esta criatura não consigo matá-la. É verdade que não está previsto que seja nenhum menino do coro (até porque julgando pela figura em anexo dificilmente se enquadraria em tal categoria) e vai ser lixado para as minhas personagens principais mas, matá-lo epicamente como estava previsto deixou de ser uma opção viável... por enquanto.

 

Olhem que isto de construir personagens é tramado.

 

 

 

   

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Oops I did it again! - Children of Bodom - Metal cover

13.02.17 | A Diva do Sofá

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 Pois é verdade, como já devem saber a esta altura, eu só oiço música pop e/ou mainstream por engano ou, num caso limite, porque se verifica que realmente estamos perante alguém com um talento e uma versatilidade tão fenomenal que é impossível não o(a) reconhecer como tal.

 

Não é o caso da Britney Spears, obviamente, que até pode ser visualmente engraçadinha, até pode cantar umas coisas dentro do tom mas... é o equivalente à tesão do mijo. Tão depressa está lá em cima como, de repente, já acabou. C'est la vie do estrelato pop.

 

Tendo isto em consideração, não posso deixar de aqui vos trazer a banda finlandesa Children of Bodom (a.k.a C.O.B), da qual faz parte o fantástico Alexi Laiho considerado (pela Total Guitar) o melhor guitarrista de metal de todos os tempos. 

 

E então o que é que os C.O.B. fizeram? Pois pegaram nesta cançãozinha da Britney Spears e fizeram uma versão alternativa que é, em toda a linha, muito melhor que a original e com piadinhas em finlandês pelo meio e que torna as coisas muito mais engraçadas (e com muito mais piada quando se percebe o que eles estão a dizer). Senão, ora oiçam:

 

 

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