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A Diva do Sofá

Porque a vida em tons de cor-de-rosa é tão gira que devíamos atropelá-la com um camião TIR.

A Diva do Sofá

Porque a vida em tons de cor-de-rosa é tão gira que devíamos atropelá-la com um camião TIR.

The Rain

The Rain.png

 

Ora bem, The rain… Pois é verdade, como este fim-de-semana tive de fazer uma pausa do meu jogo de computador favorito, aproveitei para ver esta série de televisão dinamarquesa em cenário pós-apocalíptico (para variar um bocadinho).

 

Para começar devo-vos dizer que as críticas na IMDB são uma catástrofe e vai para ali um destilar de veneno contra a série, que se a maior parte deles mordesse a língua caíam durinhos no chão e sem direito a desfibrilhador… até porque seria um desperdício de baterias.

 

Pessoalmente, não tenho nada contra a série. Achei-a interessante e gostei bastante do que vi. Penso que há espaço para a história melhorar e – se lhe for dada oportunidade – para as personagens se desenvolverem. Ao contrário do que muitos críticos apontam, acho que o desempenho dos actores está bastante razoável e todo o cenário está bastante bom. Não tenho nada contra o facto de serem jovens actores (o que para muitos críticos parece ser um problema) e muito menos contra o facto de ser uma série cuja língua é o dinamarquês (que é lixado à brava caso não saibam e tem um som um bocadinho estranho).

 

É verdade esta história pós-apocalíptica é uma espécie de um “vamos baralhar e voltar a dar” de uma série de outras histórias. Confere, mas se andamos a reinventar contos de fada há mais de 500 anos, não estou a ver por que razão não se podem reinventar as mais de 1500 maneiras de se acabar com o mundo… pelo menos é melhor do que andar, 9 temporadas, à paulada aos mortos que teimam em não ficar quietos (e que aliás já deviam ter direito a um sindicato), sem qualquer tipo de objectivo na vida.

 

Também não é muito boa onda comparar esta série com A Casa de Papel (como também já vi fazerem) ... Eu bem sei que é uma tentação e compreendo que a Casa de Papel pode parecer uma tragédia pós-apocalíptica (e por isso é que ainda não falei nela, que é para não destruir corações nem inspirar o ódio na populaça), mas ainda assim trata-se de um género um bocadinho diferente… digo eu... mas eu não percebo nada disto, eu só vejo estas cenas e ou gosto ou não gosto, não estou para aqui com considerações altamente intelectuais… quer dizer, depende dos dias. Às vezes posso estar mais virada para esse lado.

 

Resumindo, a primeira temporada desta série, da Netflix, tem 8 episódios e vê-se bem. Não vão ver nada de excepcionalmente brilhante, mas é uma série que até está engraçada e que eu espero – contra tudo e contra todos - que regresse para uma 2ª temporada.

 

 

The Rain (2018) on IMDb

The 100 – 5ª Temporada

The100.png

 

Uma das séries que tenho vindo a acompanhar com bastante satisfação é The 100. E digo com “bastante satisfação” porquê? Porque quando vi o primeiro episódio, da 1ª temporada, a primeira coisa que me veio à cabeça foi: “Xiiiiiii… Beverly Hills 90210 no espaço!!”

 

Mas, felizmente, estava enganada e ainda bem que não desisti de a ver, pese embora essa sensação tenha perdurado nos dois primeiros episódios. A série está bastante boa, a evolução dos personagens é fantástica e o fio condutor da história até é razoavelmente sólido se tivermos em consideração que é toda uma trama passada num cenário pós-apocalíptico, muito à laia de Mad Max (mas sem o Mel Gibson ou a Tina Turner).

 

Tal como os filmes de terror, este tipo de acção dificilmente obtém grandes classificações por parte das críticas, até porque a temática não dá azo a grandes interpretações de fazer chorar as pedras da calçada e o nível de violência vai aumentando de temporada para temporada. No entanto, trata-se de uma série que explora bem a evolução dos personagens e os episódios - individualmente - têm uma excelente classificação na IMDB.

 

Nesta 5ª temporada, da qual já estão disponíveis 2 episódios na Netflix, começamos por ver o que se passa nos 46 dias logo a seguir ao Praimfaya (que aconteceu no último episódio da 4ª temporada) e depois a acção dá um salto de 6 anos. A mim, não me chocou grandemente o salto temporal e até acho que foi uma boa opção considerando que evita transformar a série numa espécie de Big Brother, permitindo a criação de num novo enredo e a entrada de novas personagens. No entanto, há quem considere que este salto é estúpido e lá terão as suas razões.

 

Pessoalmente, considero que é uma série que vale a pena continuar a ver. Para quem ainda não conhece, então vale a pena conhecer desde que consigam sobreviver àqueles dois primeiros episódios de introdução.

 

 

The 100 (2014– ) on IMDb

Manhunt:Unabomber

tvlarge-Manhunt-Unabomber_169.jpg

 E neste fim-de-semana prolongado, esta é a série que vou ver.

 

Manhunt: Unabomber, sobre todas peripécias do FBI que levaram à captura de Ted Kaczynski (que ficou conhecido na história como o unabomber). 

 

Ao contrário do que aconteceu com o The Alienist, eu não tropecei nesta série acidentalmente. Esta foi-me recomendada por uns amigos, cuja opinião cinematográfica, tenho em grande estima. Todavia, pelo que já tive oportunidade de pesquisar, tenho cá para mim que vou gostar disto. Desde logo porque tem o actor britânico Paul Bettany no papel de Unabomber e eu gosto bastante deste actor embora, de vez em quando, entre nuns filmes um bocado ranhosos, mas pronto... é a vida. Por outro lado, também conta com a participação do actor Sam Worthington que fez o papel de Jake Sully no filme Avatar (e pelos vistos vêm aí mais Avatares), e que eu também gostei. 

 

Além disso, a própria história do Unabomber é extraordinariamente interessante, assim sendo vamos ver como é que está esta série (que está disponível na Netflix). 

 

   

A Forma da Água

via GIPHY

 

Pois para quem ainda não teve oportunidade de ver a Forma da Água, que veja porque vale muito a pena. Tal como já disse anteriormente, eu sou um bocado suspeita para falar do filme porque gosto imenso dos filmes do Guilhermo del Toro e este nota-se bastante que é dele, não só pela maneira de contar a história como também por todo o ambiente criado. 

 

Eu achei que este filme tinha imensos elementos que também encontramos no Labirinto de Fauno, ou no Hellboy e sinceramente, ao contrário do que alguns dizem sobre o facto de ser uma espécie Splash, a sereia, pois... não achei nada disso.   

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