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A Diva do Sofá

Porque a vida em tons de cor-de-rosa é tão gira que devíamos atropelá-la com um camião TIR.

A Diva do Sofá

Porque a vida em tons de cor-de-rosa é tão gira que devíamos atropelá-la com um camião TIR.

A Diva em modo de viagem

domenico-loia-274169.jpg

 Pois é verdade, brevemente, irei dar um pulinho a Florença. Nunca lá estive e nfelizmente, não é em passeio mas em trabalho... ainda por cima tenho de ir botar discurso...

 

Nota de rodapé: se há coisa que detesto fazer é falar em público. Não tenho jeito para a coisa pronto e ainda assim meia-volta lá tenho eu de fazer isto. 

 

Felizmente, pelo caminho há um programa cultural. Essa parte já gosto mais. 

 

Bom, vamos lá ver como é que isto vai correr. 

 

Fotografia de Domenico Loia no Unsplash

Da Finlândia

collage1.jpg

 

Aqui há uns tempos, enquanto passeava pelo blogue da Lynne - Design the life you want to live - descobri a secção sobre a casa na árvore

 

Confesso que quase morri de inveja. Na verdade e tal como a própria o diz, todas nós - de vez em quando - precisamos de um refúgio. Um lugar onde possamos estar, relaxar e recarregar baterias sem que o mundo nos venha bater à porta com as exigências do costume. A existência de um lugar destes, o nosso lugar, o nosso santuário (por assim dizer), reveste-se de extrema importância para o nosso bem-estar físico e mental e isto, minhas caras, bate aos pontos qualquer creme topo de gama ou cirurgia estética. Esta é a peça principal. Sem a paz e a harmonia interior que encontramos naquele que é o nosso santuário, não há creme ou cirurgia que funcione.

 

Tal como dizia à pouco, quase morri de inveja. Mas eu, sou portuguesa. Faz parte do nosso mapa genético invejar as coisas dos outros e não repararmos nas nossas. É um ponto fraco que importa reconhecer para que possamos parar e dizer: "espera lá, mas eu também..." ou "nós também..."em vez de sucumbir ao monstro verde da inveja.

 

 

Aromas genéricos

Capture01.jpg

Apesar de, um tanto ou quanto, atribulada e com terramotos pelo meio,uma das minhas viagens a Salónica (Grécia) permitiu-me ver - em primeira mão - algo do qual eu já tinha conhecimento, mas sobre o qual ainda não me tinha debruçado. Isto é, pela primeira vez pude efetivamente ver, cheirar, comparar e experimentar os perfumes genéricos. Ora bem, de acordo com a informação recolhida, os perfumes genéricos não se tratam de imitações ou réplicas dos perfumes de marca - até porque se assim fosse, seria considerado contrafacção e a sua comercialização seria considerada crime - tal como os medicamentos, os perfumes genéricos mais não são do que marcas brancas cuja base de produção são as mesmas receitas dos perfumes originais, mas sem toda a embalagem exterior que os identifica.

 

Normalmente, quando vou a Salónica, costumo ir a uma loja que eles lá têm (e que é muito semelhante ao el Corte Inglés) e que se chama "Fokas". Gosto, particularmente, daquela loja porque sempre que lá vou apanho-os sempre a fazerem algum tipo de promoção que acho interessante. Seja como for, desta vez o que me chamou a atenção foi aquela prateleira cheia de frascos coloridos. Como boa portuguesa que sou, obviamente, que tive de lá ir bisbilhotar a coisa mais de perto.

Então, foi assim; todos os frascos onde pude meter o nariz (literalmente), meti e como o meu grego (não existente), está longe de me permitir compreender os escritos nos panfletos promocionais, tive de aguardar - pacientemente - que uma senhora me viesse explicar o que era aquilo e como é que funcionava.

Fiquei assim a saber (apesar dos nomes dos perfumes que constavam nos testers já o terem denunciado), todos os perfumes que estavam nas prateleiras de baixo eram perfumes de homem e todos os perfumes que estavam nas prateleiras de cima, eram perfumes de senhora.

Nos perfumes de homem encontrei fragrâncias como o "Armani Code", o "Acqua de Gio" também Armani, o "Terre D'Hermès" etc. Nos perfumes de senhora era possível encontrar o "J'Adore" da Dior, o "Lightblue" da DG, o "Coco Mademoiselle" da Chanel, o "Hypnose" da Lancôme, o "Angel" do Thierry Mugler, etc.

 

Como é que isto funciona lá?

 

Muito simples. Podemos escolher comprar um frasquinho vaporizador de 50 ml, ou um frasquinho vaporizador de 100 ml. Cada um deles custa 2 €. Depois se, por exemplo, comprarmos o frasco de 50 ml, enchê-lo de perfume custa 3,50 €. Infelizmente, não vos posso dizer quanto é que custa encher o de 100 ml, porque não me lembro.

 

Conclusão, pela módica quantia de 5,50 € trouxe para casa 50 ml de "J'Adore" da Dior na sua versão de linha branca... pena é que agora já lá não vou tão frequentemente.

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