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A Diva do Sofá

Porque a vida em tons de cor-de-rosa é tão gira que devíamos atropelá-la com um camião TIR.

A Diva do Sofá

Porque a vida em tons de cor-de-rosa é tão gira que devíamos atropelá-la com um camião TIR.

Sobre Florença - Itália

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 Passadas 2 semanas sobre a minha viagem a Florença, já me sinto em condições de falar sobre esta cidade italiana e então é assim... a minha opinião não é a mesma que todas as outras pessoas têm sobre esta cidade.

 

A grande maioria das pessoas acha que Florença é uma cidade fantástica e lindíssima, superando mesma a beleza histórica de Roma. Pois eu acho exactamente o contrário. Não é uma cidade lindíssima, não é uma cidade fantástica. É uma cidade claustrofóbica, em obras, um bocadinho suja e cheia de pó, com um transito caótico e com carradas de turistas por todo o lado.

 

É praticamente impossível andar na rua sem andar aos encontrões aos ditos cujos e aos respectivos trolleys. Acresce a isto o facto do estacionamento ser tão selvagem como em Lisboa, senão pior e os passeios (sítio que normalmente é utilizado pelos peões) serem demasiado estreitos para acumular, carros, autócnes, turistas e malta que não pode fugir porque está em trabalho. 

 

Na verdade, qualquer pessoa que por ali ande vê-se confrontada em ter de partilhar a estrada com carros, autocarros, bicicletas, motos e camionetas de cargas e descargas. O táxis chegam ao ponto de ter sensores que apitam e avisam as pessoas que atrás delas está um carro. 

 

Portanto, quando me perguntam se gostei da experiência a resposta é não. Achei horrível. 

 

A Ponte Vecchio não sei como é que ainda está de pé. São toneladas e toneladas de malta turistando que diariamente passa por aquela ponte e a juntar a isto ainda tem as lojas e ourivesarias que lá estão, mais os autócnes que lá moram. Relativamente à lojas, espero sinceramente que os empregados recebam um subsídio de risco, porque trabalhar ali é de facto um risco. Quanto à malta que lá mora, bem... espero que a bravura destes autócnes esteja acompanhada de um seguro multi-riscos bem chorudo. 

 

De qualquer forma, Florença não deixa de ser uma cidade renascentista que tem monumentos muito bonitos e que devem ser visitados (se conseguirem manobrar por entre a horda de turistas).

 

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 A Galeria Uffizi (ou a Galeria dos Ofícios) é um museu absolutamente excepcional para quem ama a arte em geral e a arte do renascimento em particular (e deixam tirar fotografias desde que não se use o flash). Pessoalmente, adorei esta galeria é fabulosa. 

 

Todavia, aquilo que considerei o melhor de Florença foi esta loja:

 

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 A loja das máscaras que se chama Alice Atelier.

 

É uma lojinha pequeninha, que quase passa despercebida na Via Faenza. Quase... mas a mim não me passou despercebida porque se há coisa que adoro são máscaras venezianas. A loja pertence ao Prof. Agostino Dessi e à sua filha, Alice (e o senhor veste-se mesmo assim na loja, é super engraçado e simpático mas não fala muito inglês). Logo à entrada da loja tem de se passar por cima de uma tábua, com um buraco no meio em formato de coração e que é preciso alguma atenção para não nos espalharmos. Assim que passamos por cima da tábua, sai detrás do balcão uma fera com um sininho na coleira para nos cumprimentar. Era um Yorkshire terrier formato mini e o buraco em formato de coração é, na verdade, uma janelita para o cãozito ver as pessoas a passar na rua. Basicamente aquilo que fazem  na loja são máscaras. E máscaras absolutamente lindíssimas, com a marca da oficina. 

 

Estas máscaras não são baratas, mas também é verdade que as há para todas as bolsas. 

 

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 Eu comprei esta, porque sim. Tinha de ser. Simplesmente não era possivel estar ali, numa loja daquelas com tanta coisa linda para onde olhar e não levar nada.

 

Por isso é assim; se forem a Florença e gostarem muito de máscaras passem pelo Atelier da Alice porque é simplesmente deslumbrante. De repente, parece que estão na oficina do Gepeto e é lindo. 

 

A cidade não me deixou grande impressão, agora esta loja... opá esta loja, sim. 

 

A Diva em modo de viagem

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 Pois é verdade, brevemente, irei dar um pulinho a Florença. Nunca lá estive e nfelizmente, não é em passeio mas em trabalho... ainda por cima tenho de ir botar discurso...

 

Nota de rodapé: se há coisa que detesto fazer é falar em público. Não tenho jeito para a coisa pronto e ainda assim meia-volta lá tenho eu de fazer isto. 

 

Felizmente, pelo caminho há um programa cultural. Essa parte já gosto mais. 

 

Bom, vamos lá ver como é que isto vai correr. 

 

Fotografia de Domenico Loia no Unsplash

Da Finlândia

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Aqui há uns tempos, enquanto passeava pelo blogue da Lynne - Design the life you want to live - descobri a secção sobre a casa na árvore

 

Confesso que quase morri de inveja. Na verdade e tal como a própria o diz, todas nós - de vez em quando - precisamos de um refúgio. Um lugar onde possamos estar, relaxar e recarregar baterias sem que o mundo nos venha bater à porta com as exigências do costume. A existência de um lugar destes, o nosso lugar, o nosso santuário (por assim dizer), reveste-se de extrema importância para o nosso bem-estar físico e mental e isto, minhas caras, bate aos pontos qualquer creme topo de gama ou cirurgia estética. Esta é a peça principal. Sem a paz e a harmonia interior que encontramos naquele que é o nosso santuário, não há creme ou cirurgia que funcione.

 

Tal como dizia à pouco, quase morri de inveja. Mas eu, sou portuguesa. Faz parte do nosso mapa genético invejar as coisas dos outros e não repararmos nas nossas. É um ponto fraco que importa reconhecer para que possamos parar e dizer: "espera lá, mas eu também..." ou "nós também..."em vez de sucumbir ao monstro verde da inveja.

 

 

Aromas genéricos

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Apesar de, um tanto ou quanto, atribulada e com terramotos pelo meio,uma das minhas viagens a Salónica (Grécia) permitiu-me ver - em primeira mão - algo do qual eu já tinha conhecimento, mas sobre o qual ainda não me tinha debruçado. Isto é, pela primeira vez pude efetivamente ver, cheirar, comparar e experimentar os perfumes genéricos. Ora bem, de acordo com a informação recolhida, os perfumes genéricos não se tratam de imitações ou réplicas dos perfumes de marca - até porque se assim fosse, seria considerado contrafacção e a sua comercialização seria considerada crime - tal como os medicamentos, os perfumes genéricos mais não são do que marcas brancas cuja base de produção são as mesmas receitas dos perfumes originais, mas sem toda a embalagem exterior que os identifica.

 

Normalmente, quando vou a Salónica, costumo ir a uma loja que eles lá têm (e que é muito semelhante ao el Corte Inglés) e que se chama "Fokas". Gosto, particularmente, daquela loja porque sempre que lá vou apanho-os sempre a fazerem algum tipo de promoção que acho interessante. Seja como for, desta vez o que me chamou a atenção foi aquela prateleira cheia de frascos coloridos. Como boa portuguesa que sou, obviamente, que tive de lá ir bisbilhotar a coisa mais de perto.

Então, foi assim; todos os frascos onde pude meter o nariz (literalmente), meti e como o meu grego (não existente), está longe de me permitir compreender os escritos nos panfletos promocionais, tive de aguardar - pacientemente - que uma senhora me viesse explicar o que era aquilo e como é que funcionava.

Fiquei assim a saber (apesar dos nomes dos perfumes que constavam nos testers já o terem denunciado), todos os perfumes que estavam nas prateleiras de baixo eram perfumes de homem e todos os perfumes que estavam nas prateleiras de cima, eram perfumes de senhora.

Nos perfumes de homem encontrei fragrâncias como o "Armani Code", o "Acqua de Gio" também Armani, o "Terre D'Hermès" etc. Nos perfumes de senhora era possível encontrar o "J'Adore" da Dior, o "Lightblue" da DG, o "Coco Mademoiselle" da Chanel, o "Hypnose" da Lancôme, o "Angel" do Thierry Mugler, etc.

 

Como é que isto funciona lá?

 

Muito simples. Podemos escolher comprar um frasquinho vaporizador de 50 ml, ou um frasquinho vaporizador de 100 ml. Cada um deles custa 2 €. Depois se, por exemplo, comprarmos o frasco de 50 ml, enchê-lo de perfume custa 3,50 €. Infelizmente, não vos posso dizer quanto é que custa encher o de 100 ml, porque não me lembro.

 

Conclusão, pela módica quantia de 5,50 € trouxe para casa 50 ml de "J'Adore" da Dior na sua versão de linha branca... pena é que agora já lá não vou tão frequentemente.

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