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A Diva do Sofá

Porque a vida em tons de cor-de-rosa é tão gira que devíamos atropelá-la com um camião TIR.

A Diva do Sofá

Porque a vida em tons de cor-de-rosa é tão gira que devíamos atropelá-la com um camião TIR.

Macacadas

Gorilla_PIC_DDS.jpg

 No outro dia andava a passear pelo Pinterest e encontrei esta fotografia que amei. Não consegui chegar até ao nome do fotografo, por isso não sei a quem é que pertence, mas está categorizada como "stock" por isso deve fazer parte daqueles grandes acervos de registos fotográficos tipo Shutterstock e assim. De qualquer forma, estou apaixonada por esta fotografia e pelas expressões dos gorilas.

 

Adoro animais, uns mais que outros é verdade, mas gosto muito de bichitos e prefiro-os vivos e no seu habitat natural. 

 

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Australia

josh-233002.jpg

 

Pois é... no outro dia, o meu finlandês favorito saiu-se com uma proposta genial:

 

"Então e que tal mudarmo-nos para a Austrália?"

 

Considerando a natureza da pergunta, parti logo do principio que ele não se estava a referir, propriamente, às férias e perguntei-lhe logo de seguida se ele tinha batido com a cabeça em algum lado.

 

 

Não tenho nada contra a Australia, é até - segundo dizem - um excelente país para se viver actualmente e uma vez ultrapassadas algumas questões relativas à sua origem histórica até poderia ser interessante não fosse o caso de albergar mais espécies mortais por metro quadro do que há Roll's Royces em Hong Kong. Inclusive, antes prefiro um Roll's Royce nas mãos de um louco a um encontro com um predador venenoso naquela ilhota. 

 

Na verdade, a exuberante fauna existente down under foi a primeira coisa que me ocorreu (demasiados episódios do National Geographic presumo), senão vejamos:

 

  • Tubarões - e já estou a excluir os de duas pernas. Desde do tubarão-touro (não sei se é exactamente assim que se traduz), até ao grande tubarão branco estão lá quase todos e se eu já não gosto de praias sem tubarões, muito menos gosto delas com.

 

  • Alforrecas (i.e. Box Jellyfish e irukandji mais precisamente) - altamente perigosas e mortais. Também costumam passear pela praia, o que eu penso que é um bocado chato.

 

  • Cobras - se for altamente mortal, vive na Austrália. Se não vive na Austrália, é a coitadinha que tem o GPS estragado e foi parar a outro sítio por engano. 

 

  • Crocodilos - Fora do Jardim Zoológico... onde houver água, há crocodilos e nota-de-rodapé; não se deixem enganar porque estes bichitos correm que se desunham.

 

  • Aranhas - Tudo o que for aranha grande, gorda, peluda e mortal vive na Austrália. Quer dizer, quando eu esporadicamente me deparo com um aracnídeo assim mais bem alimentado e com pêlos, apesar dos pulos, dos gritos e do arraial todo, ainda lhe dou umas vassouradas. Mas para estas aranhas australianas não vamos lá com uma vassoura, isto só de bazuca ou lança rockets e eu não acredito que as autoridades locais me deixassem ter uma coisa destas em casa, até porque era capaz de perturbar os vizinhos.

 

  • Abelhas - Lembrem-se sempre das sábias palavras de Murphy: "Nada é tão mau que não possa piorar", na Austrália até as cabras das abelhas são consideradas altamente perigosas. Podiam ser como as abelhas europeias, que também picam a malta chia um bocado mas põe-lhe um bocado de vinagre (ou assim) e a cena passa mas, não. A abelha australiana tinha que ser diferente, porquê? Porque não pica só uma vez. Pica várias.  

 

  • Há também; sapos, formigas-touro, carraças australianas e centopeias gigantes - Ou seja, uma pessoa não faz outra coisa senão andar, na melhor das hipóteses, a enxotar insectos perigosos e bicharocos afins.

 

Conclusão: Eu já não tenho vida para isto, nem fiz o curso de sobrevivência dos SAS para lidar com tanto bicharoco e no fim disto tudo ainda nos arriscamos a levar uns sopapos de um canguru, era só o que faltava! Australia, não. Nem pensar.

 

 

 

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Sobre a geração Obelix

Obelix.jpg

 

Ora pois muito bem, como não cumpri o meu calendário na passada 6ª-feira (que era dia de publicar qualquer coisita), hoje temos dois posts.

 

Então, eu não publiquei nada no final da semana passada porquê?

 

Porque, por motivos profissionais, na 5ª-feira passei o dia inteiro num inferno, a que deram o nome de Futurália, a aturar putos. O que vale é que eu até estava bem disposta e a coisa correu bem, tendo eu tido a oportunidade de me divertir (principalmente a massacrar as criaturinhas e a promover a necessidade de frequentarem sessões de psicoterapia no futuro... o que é  muito bom - e podem agradecer-me depois - já que havia uma parte substâncial de piquenos que queria prosseguir uma licenciatura em psicologia). Isto significa que na 6ª-feira estava viva mas, de rastos.  

 

E então lá estava eu, fresca e fofa como um cacto, na Futurália a observar a horda de mafarricos à solta. Como devem imaginar o que não me faltou foi tempo para observar as criaturinhas e eu não sei se já tiveram oportunidade de reparar mas, as jovens adolescentes portuguesas não só estão F.A.F (i.e. Fat As Fuck, terminologia utilizada por alguns estrangeiros), como também se vestem ao estilo do Obelix, com aquelas calças horrorosas de gola alta que já não se viam desde a década de 80, ficando apenas a faltar-lhes o menir atrás das costas e o petit canídeo de seu nome ideiafix.

 

Confesso que o meu sentido estético é até consideravelmente eclético, mas naquele dia saiu da Expo bastante ferido e preocupado; é que quanto às vestimentas ainda é como o outro, agora o peso (ou excesso dele) é um problema sério de saúde e o que eu vi - concentradas num único sítio - foi uma série gigantesca de miúdas efetivamente gordas. Os rapazes nem por isso, agora nas raparigas há de facto um problema e o mais chocante é que são demasiado novas para já estarem a enfrentrar este flagelo, com a agravante de que o mais provável é que nem sequer o reconhecem como tal. Neste sentido é, extraordinariamente, importante que quem tem filhos esteja atento à dieta alimentar da sua prol, porque esta tem consequências directas na saúde e indirectas - a médio e longo prazo - na diminuição da esperança média de vida.

 

 

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Técnicas de Gestão Alucinada (a.k.a. T.G.A)

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 Curiosamente, o universo passa o tempo a escangalhar-me a agenda de publicações temáticas do blogue. Eu não ia escrever sobre Técnicas de Gestão Alucinada, até porque é um conceito em desenvolvimento, mas o meu lado profissional falou mais alto e não me deixou outra alternativa que não fosse introduzir-vos a este novo conceito de gestão.

 

Ora bem, as Técnicas de Gestão Alucinada (T.G.A), são caracterizadas por se tratarem de actos de gestão praticados por dirigentes sob efeito de substâncias alucinogénicas. Portanto, como devem imaginar é algo que acontece com alguma frequência aqui neste cantinho à beira-mar plantado. Os dirigentes, são como os psicopatas homicidas, são super simpáticos, carismáticos, atractivos e um verdadeiro mimo de boas intenções desde que ninguém abra a porta da cave.

 

O meu marido costuma dizer que os portugueses não sabem gerir o que quer que seja. Não sabem gerir pessoas, não sabem gerir equipas, não sabem gerir organizações. Não têm aptidão, nem competências para tomar decisões racionais. Não decidem em função das necessidades da organização, mas sim em função das necessidades de curto-prazo do "Ego".

 

Pessoalmente - e de uma maneira geral - estou completamente de acordo com o raciciocínio dele e no dia 21 de Março foi lançado um estudo, conduzido pela Universidade do Minho, que eu que penso que reflecte um bocado esta ideia. O maior problema das organizações são os seus dirigentes que tendem a colocar a necessidade de gratificação a curto-prazo do "Ego" à frente da sustentabilidade da organização em si e transformam a sua gestão num jogo de soma zero (i.e. no âmbito da teoria dos jogos, um jogo de soma zero é aquele em que para um ganhar o outro tem de perder). Uma organização é um organismo vivo composto por pessoas, todas elas com a sua função. Se aquela que tem por principal função ser o cérebro das operações, padecer de uma qualquer dependência de substâncias susceptíveis de induzir uma sensação de gratificação imediata, então o organismo tem um problema cujas consequências são: ou a sua insustentabilidade a médio e longo prazo; ou uma ressaca monumental.

 

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