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A Diva do Sofá

Porque a vida em tons de cor-de-rosa é tão gira que devíamos atropelá-la com um camião TIR.

A Diva do Sofá

Porque a vida em tons de cor-de-rosa é tão gira que devíamos atropelá-la com um camião TIR.

Mais séries que ando a ver: Arrow & The Flash

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Pois é, ultimamente tenho-me dedicado a ver as séries Arrow e The Flash (e não, não estou a usar a Netflix porque há outra sítio onde é possível ver muita coisa sem ser necessário incorrer em despesas apesar da qualidade da imagem ser inferior).

 

Eu sei que a série Arrow já anda por aí, pelo menos, desde 2012 mas confesso que nunca me debrucei muito sobre ela por duas razões muito simples:

 

  1. Porque sempre gostei mais do universo Marvel do que do universo DC Comics.
  2. Porque - desculpem-me as fãs - sempre achei a personagem do Arrow (Oliver Queen) com um ar muito rural. 

 

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De qualquer forma qualquer série que já vai na 5ª temporada é merecedora da minha atenção, por isso engoli o meu orgulho e comecei a ver a coisa desde o início, estando agora a chegar ao fim da 4ª temporada (guardei os 3 últimos episódios para o fim-de-semana).

 

Portanto, esta série está classificada na IMDB com 7.8 o que significa que está na categoria das séries "Bastante jeitosas" e qual é a coisa que eu gosto mais nela?

 

Do vilão pois então! Que, note-se, não é um vilão qualquer. É Malcolm Merlyn um vilão com imenso estilo, interpretado pelo actor John Barrowman (que pelos vistos é escocês... é o que eu digo... a Escócia tem muito potencial).

  

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No entanto, como estava quase a chegar ao fim da 4ª série e como há imensos crossovers com a outra série, The Flash , pensei cá para os meus botões: "Ah e tal, porque não?..." e pumba! Comecei a ver esta também que, tendo a classificação de 8.1 na IMDB, também está na categoria das séries "Bastante jeitosas".

  

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Ora bem... o gaiato corre que se desunha! Uma pessoa quase que fica cansada de tanto o ver correr mas é um puto muito engraçadinho e simpático. Todavia, quem é que a malta curte mesmo?

 

Lá está! O vilão é claro. São sempre mais interessantes (excepto quando não o são). Este é também um vilão cheio de estilo de seu nome Dr. Harry Wells, interpretado pelo actor canadiano Tom Cavanagh.  

 

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Tal como o Malcolm Merlyn, este também parece ser um vilão bastante resistente e com um elevado grau de durabilidade, por este motivo a malta vai continuar a assistir à série. Na verdade, a malta vai continuar a assistir às duas séries.

 

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Logan

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 Pois, finalmente, tive oportunidade de ver este filme que já tinha ouvido dizer que estava bastante bom. E por acaso é mesmo verdade, está bastante bom... bastante bom, para quem gosta de Marvel e/ou DC Comics e está familiarizado com os respectivos universos é claro.  

 

Contrariamente à generalidade das opiniões, que dizem que se trata de uma espécie de despedida de personagens como o Wolverine e/ou Charles Xavier, eu não vejo a coisa bem assim desde logo porque se trata do universo Marvel. Toda a gente sabe que nestes universos as personagens têm por hábito morrer e ressuscitar com alguma frequência (e.g. vejam-se os casos da Fênix, da Electra, do Super-homem etc), pelo que nada é muito garantido nesta área. Já no que respeita aos actores, sim é um bom filme de despedida para os actores que encarnam estas personagens, sendo que até isto pode ser relativo dada a questão da linha temporal da acção. 

 

De qualquer modo, da mesma maneira que existem alguns fins (mais ou menos permanentes dependendo da volta que lhe quisermos dar), também existem alguns inicios, nomeadamente, a introdução de novas personagens e a abertura de uma nova linha temporal. Isto significa que a Marvel está a fazer com os filmes aquilo que faz (e muito bem) com os livros aos quadradinhos e que é explorar 3 linhas temporais ao mesmo tempo, o passado, o presente e o futuro, mesmo que por vezes pareça um pouco confuso para o "utilizador comum".

 

Para quem gosta destes universos, trata-se de um filme de entertenimento que vale a pena ver.

 

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E a minha série do momento é... Iron Fist

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Assim de repente, o  título Iron Fist, até pode parecer que saiu de um filme pornográfico, mas não saiu e não é. Trata-se da  nova série da Marvel que estou a ver na Netflix, baseada na banda desenhada do Punho de Ferro. 

 

Para quem cresceu a ler livros aos quadradinhos da Marvel (tipo eu e sou super-fã dos X-men) passou, certamente, pelas histórias do Punho de Ferro, um super-herói lutador de artes marciais que se chama Danny (Daniel) Rand e aparece pela primeira vez em 1974.

 

Agora, juntamente com as séries Daredevil (que já está prevista a 3ª temporada), Jessica Jones (que também vem aí a 2ª temporada) e Luke Cage (também com 2ª temporada anunciada), temos também Iron Fist protagonizada pelo actor Finn Jones, que não é nada mais nada menos do que... o "piqueno" Loras Tyrell', The Knight of Flowers da Guerra dos Tronos    Não se preocupem, está muito (mas muito) compostinho como Danny Rand e até lhe meteram uma tatuagem e tudo (o personagem dos livros aos quadradinhos também a tem). A Diva aprova... a tatuagem e o resto que vem com a tatuagem. 

 

 

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Miss Sloane

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 No passado fim de semana estive a ver o filme "Miss Sloane", que tem como protagonista a actriz Jessica Chastain. Também experimentei o Mobdro no meu tablet da Asus e posso dizer que não fiquei grandemente impressionada, apesar de ter algumas funcionalidades positivas mas sobre isso falarei noutra altura. Hoje queria falar-vos antes sobre este filme cuja classificação na IMDB (6.9) me parece bastante injusta.

 

O filme traz-nos a história de uma mulher com uma capacidade estratégica brilhante no mundo do lobby político norte-americano que arrisca toda a sua carreira a fim de passar com sucesso uma emenda com leis de controle de armas mais rígidas. Por outras palavras, vai chocar de frente com o lobby das armas americano.

 

Confesso que não é o tipo de filme que me ocorresse ver sem nenhum empurrãozinho de terceiros e este empurrãozito veio da parte do meu marido quando me disse: "Vê este filme que vais gostar. Ela é igualzinha a ti". 

 

Certo... Ruiva, de olhos claros... eu diria que era praticamente a minha fotocópia... se eu fosse ruiva e de olhos claros. Portanto, não era bem isso que ele queria dizer. 

 

De resto - e depois de ver o filme - até consegui perceber a ideia por detrás de tal afirmação. Se retirarmos o aspecto físico e a adição a comprimidos que nos fazem ficar acordadas da equação, a coisa até se percebe bem principalmente quando ela diz:

 

"Lobbying is about foresight, about anticipating your opponent’s moves, and devising counter measures. The winner plots one step ahead of the opposition and plays her trump card just after they play theirs. It’s about making sure you surprise them, and they don’t surprise you."

 

Isto é algo que percebo bem visto que o meu cérebro opera sempre neste registo e digo-vos uma coisa; é muito cansativo e extraordinariamente dificil de sair deste ciclo (excepto quando estou a dormir, quando estou a dormir não há problema). É algo que tem vantagens (desde logo ao nível da análise e do desenvolvimento de uma capacidade de antecipação brutal) e inúmeras desvantagens (porque não há um botão onde possamos desligar a coisa). Trata-se de um jogo onde não há espaço nem para emoções, nem para afectos. Tudo é objectivo, racional e os ataques e os contra-ataques são altamente violentos (não no sentido físico do termo). O importante é ganhar mas, se não ganharmos então atiramos a casa toda abaixo e caiem todos connosco. Sem medos.

 

Como calculam um perfil assim, em alguns ambientes profissionais, é fantástico. Na esfera pessoal, das relações humanas, é uma verdadeira catástrofe. Por isso, fiquei um bocado sem saber como é que deveria interpretar as palavras do meu marido; se como um elogio ou como uma crítica. Todavia, o meu ego já pôs uma data de likes no comentário do maridão.

 

 

 

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Outlander II... ou que se lixem os gauleses.

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 Ora bem, não posso dizer que defraudei as minhas expectativas já que continuei - sempre em frente - para a segunda temporada da desta série.

 

No entanto, confesso que quando cheguei ao fim do sétimo episódio já deitava gauleses pelos olhos, sendo que quando passei pelo 5º a única coisa que me ocorria era: "Porque é que não foram buscar o Nero - o piromaníaco - a Roma? Ficava tão bonito fazer uma fogueirinha em Paris e material inflamável não falta". Mas... presumo que não faça parte do enredo criado nos livros e de acordo com as entrevistas, a história está a acompanhar os ditos cujos. Pena, uma vez que algumas partes poderiam ter sido objecto de liberdade criativa.

 

O maior problema que encontrei até agora é a enorme quantidade de drama. É drama, drama e mais drama. Não tenho nada contra o drama mas, com conta peso e medida. Se o objectivo principal da cena toda é impedir a batalha de Culloden então o enfoque devia ser esse e não o excesso de drama dos pequenos enredos secundários, ora na minha humilde opinião, isto faz com que existam ali alguns episódios que parecem ali estar só para encher chouriços. É claro que explorar a relação da Claire e do Jamie é importante e toda a gente gosta de apreciar os atributos do rapaz (principalmente quando a indumentária é o Kilt) mas, em alguns momentos até eu teria dado uns abanões à rapariga e dito "Tu atina-te gaja!! Queres mudar esta merda ou não? 'Tás aí a anhar p'ra quê?" e zuca! Espetava-lhe com duas testinhas para ver se a criatura acordava, ou assim.

 

Eu ainda não li os livros (mas já fui buscá-los ao éter) e como tal não sei qual é a linha que a autora segue nesta sua aventura pelas viagens no tempo mas, em 1945 - quando a protagonista é transportada para o passado - a teoria da relatividade já existia há 40 anos uma vez que Einstein publicou-a em 1905 e mesmo que esta teoria não fizesse parte do currículo das enfermeiras na 2ª Guerra Mundial (e uma vez que autora, não pretendia desenhar uma personagem tontinha e o marido do presente até era do meio académico), então seria possível que em algum momento da sua vida a personagem pudesse ter tropeçado na mesma, pelo que a consciência disto seria o suficiente para abrir uma multiplicidade de cenários possíveis com os respectivos resultados que, se estão considerados nos livros então não estão assim tão bem ilustrados na série. Neste aspecto, penso que a coisa poderia ter sido melhor explorada e não levava até à exaustão a relação entre o Jamie e a Claire.

 

Bom, mas vamos ver como é que a coisa vai descambar até ao final desta 2ª temporada mas, a julgar pelos resumos dos episódios... não sei. De qualquer forma, a IMDB diz que vai haver uma temporada 3 e 4 (2017 e 2018) respectivamente. Estou para ver qual é a volta que isto vai levar mas, se for para meter mais moços de kilts e um bocadinho menos drama, força aí.

 

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