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A Diva do Sofá

Porque a vida em tons de cor-de-rosa é tão gira que devíamos atropelá-la com um camião TIR.

A Diva do Sofá

Porque a vida em tons de cor-de-rosa é tão gira que devíamos atropelá-la com um camião TIR.

Sense8 – A série que por algum motivo ninguém fala

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Hoje, em conversa com um colega meu, ele perguntou-me se por acaso eu já tinha visto a série Sense8 e eu respondi-lhe que sim. Tive oportunidade de me cruzar com ela no primeiro trimestre do ano passado e a verdade é que apesar de ter considerado o primeiro episódio um pouco estranho, que me deixou sem saber se iria continuar a vê-la ou não porque me pareceu aquele tipo de séries de vida quotidiana que não me interessam nem um bocadinho. Todavia, não desisti porque havia ali qualquer coisa que me estava a puxar pela curiosidade.

 

Não era por contar com a participação da actriz Daryl Hannah ou com a participação do actor Naveen Andrews, não era por ter sido escrita pelas irmãs Wachowski (ou talvez fosse), mas a forma de explorar as relações entre aqueles 8 personagens, cada um de uma nacionalidade diferente, cada um com uma cultura diferente e em locais geograficamente diferentes, estava mesmo a deixar-me com a pulga atrás da orelha.

 

Pois a verdade é que apesar daquele arranque meio esquisito, esta série revelou-se absolutamente extraordinária, não só, em termos de enredo, como também, na forma como explora toda uma diversidade de tabus e preconceitos sociais em diferentes culturas. É uma série diferente, produzida e realizada de uma maneira diferente, com uma diversidade de actores super interessante e que vale a pena ver.

 

Esta série é da Netflix e conta com 2 temporadas de 12 episódios cada. Infelizmente, como não é uma daquelas séries mainstream (até pela forma como abordam algumas temáticas), que toda a gente vê a granel, a Netflix basicamente resolveu cancelar a série quase depois de ter sido lançada a 2ª temporada. Entretanto, gritos e apitos depois parece que vem para aí um episódio de 2 horas de season finale. Conclusão, ainda não consegui perceber se está prevista uma 3ª temporada ou não. Seja como for, para quem não tem Netflix, pode sempre assistir à série AQUI.

 

Ainda sobre a série Altered Carbon

via GIPHY

 

Já vi os episódios todos e agora tenho de ficar à espera que venha uma segunda temporada. Quanto ao final bom... a doutrina lá em casa divide-se. O meu marido achou que o fim era muito triste, eu achei que o fim foi lindíssimo. Bonito e até fofinho considerando o nível de violência associado a este tipo de cenários. 

 

Acho que agora vou mas é ver curling nos jogos olímpicos de inverno para não estragar esta sensação de ter visto uma boa série de televisão. 

 

 

via GIPHY

Altered Carbon, ou a minha nova série do momento

altered-carbon_DDS.jpg

Baseado no livro "Altered Carbon", de Richard K. Morgan é a nova série de ficção científica da Netflix, que estreou no passado dia 2 de Fevereiro, está muito bem classificada na IMDB  e explora uma temática - que acho muito interessante (e já discuti com alguns amigos meus) - sobre o upload da consciencia humana para uma máquina e respectivo download para outros corpos quando necessário. 

 

Ora para mim isto é uma temática extraordinariamente interessante porque se traduz numa especie de imortalidade ao ultrapassar as limitações naturais de um corpo. Por muito irrelevante que considere a finitude do corpo, já a preservação do meu intelecto e da minha consciencia é algo que considero apaixonante, senão mesmo a minha húbris. Além disso, trata-se de um tema que está, de facto, a ser trabalhado por cientistas mas que não se espera que seja possível assim tão cedo... o que pessoalmente considero uma chatice como podem muito bem imaginar. 

 

Assim sendo é um série que aconselho vivamente. Quem tiver Netflix, vê na Netflix. Quem não tiver Netflix, pode ver aqui.  Entretanto, fiquem com o trailer.

 

Reino

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 Pois é verdade, dei comigo a ver isto no fim-de-semana passado e a sentir um aperto no coração quando, de repente, aparece um personagem português - que historicamente - deixa muito a desejar e se põem a dançar o tango em pleno século XVI, dizendo que era a dança do país dele. Nesse momento eu acho que devo ter tido - para aí - uns 3 ou 4 mini avc's e a minha veia do lado esquerdo da tempora ficou a latejar por 24 horas, no mínimo. 

 

A série é entertaining mas esqueçam lá a precisão e veracidade histórica, porque tal não existe nem no guarda-roupa quanto mais no resto. Esta coisa é apenas uma fantasia super criativa com uns meninos bonitos e com uns grupinhos aqui e ali, no qual só falta a escola secundária lá zona mas que devem ter pensado que se lá metessem uma cena dessas, se calhar já se estavam a esticar um bocadinho. 

 

Seja como for já vai em 4 temporadas, por isso o público-alvo deve estar muito contente com esta fantasia histórica. Agora é assim, se não forem muito exigentes ou estiverem a passar por uma fase assim mais flexível, esta coisa até se vai vendo. Se sofrerem muito com os atentados à veracidade histórica e tiverem crises de choro ou palpitações, então esqueçam lá isso.  

Ash vs Evil Dead

ash-vs-evil-dead_DDS.jpg

 Pois é verdade, mais de 30 anos depois do filme The Evil Dead  (A Noite dos Mortos-Vivos)  e cerca de 25 anos depois do Exército das Trevas (The Army of Darkness), os Ash está de regresso e outra vez às voltas com o estuporado do livro que tanto trabalho deu nestes dois filmes. 

 

Ash vs Evil Dead (que por acaso tem uma excelente classificação na IMDB) recupera a história da personagem Ash Williams na sua luta contra as trevas. Os criadores da série continuam a ser Sam Raimi e Ivan Raimi, aos quais se vai juntar também Tom Spezialy (produtor da série Donas de casa Desesperadas)  e o actor Bruce Campbell veste novamente a pele do Ash. 

 

Devo-vos dizer que este revivalismo e esta combinação de comédia, humor negro e acção, não só não desilude como está absolutamente brilhante. Dia 25 de Fevereiro vai estrear a 3ª temporada, sendo que as temporadas 1 e 2 estão disponíveis na Netflix (ou pelo menos a temporada 1 está, ainda não reparei se lá está a 2 também). Seja como for, para quem não tem Neflix e estiver interessado em ver, podem ver estas duas temporadas AQUI ( atenção aos pop ups e afins). 

 

Cada temporada é composta por 10 episódios de 30 minutos cada um. Por isso, para quem gostou do The Evil Dead e do The Army of Darkness, vale muito a pena ver esta série. Para quem não conhece nem um nem outro, então está em muito boa altura de conhecer.       

 

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