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A Diva do Sofá

Porque a vida em tons de cor-de-rosa é tão gira que devíamos atropelá-la com um camião TIR.

A Diva do Sofá

Porque a vida em tons de cor-de-rosa é tão gira que devíamos atropelá-la com um camião TIR.

Os meus pequenos Illidari

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 Pois é verdade, no mundo do World of Warcraft, estes são os meus "piquenos" Illidari. Ou seja, Demon Hunters. Poder-me-iam perguntar "Ah e tal mas porquê 4? Porque não só um?". Bom, na verdade toda a gente me pergunta porque é que eu tenho uma data de bonecos e não me concentro só num. A resposta é simples: Gosto de variar. 

 

Não só gosto de variar, como também, gosto de ouvir as histórias que as personagens têm para me contar. Todas elas têm de me dizer qualquer coisa, se não disserem apago-as. Por isso é que eu tenho uma quantidade enorme de personagens, porque elas falam comigo e eu gosto de as ouvir. Todas elas têm a sua história neste universo, não existem só porque sim. Têm nome, têm família e têm o seu lugar naquele mundo.

 

Assim, do lado da Aliança, temos a Morfindes e o Laeron. Do lado da Horda temos a Thanneth e o Zanathos. E pelo tamanho das orelhas, já deu para ver que são todos elfos (eu gosto à brava de elfos). O primeiro par são night elves (também conhecidos por Kaldorei). O segundo par são blood elves (também conhecidos por Sin'dorei ou Children of the Blood ). Pertencendo a facções diferentes é claro que cada um tem a sua história e as suas relações são, um tanto ou quanto, conturbadas mas a tragédia desempenha aqui um elemento agregador e mais do que pertencer a facções diferentes, eles são Illidari. Seguidores de Illidan Stormrage que, durante a "War of the Ancients" (uma trilogia composta por: Well of Eternity; The Demon soul e The Sundering), se bandeou para o lado negro da força... ou pelo menos, assim parecia.

 

 

É claro que no fim da Burning Crusade acabou-se a pangaiada e foi tudo encarcerado quando a malta invadiu o Black Temple e partiu o tasco todo. Após alguns de paz e sossego em Azeroth... ou pelo menos tanto quanto possível já que entre Horda e Aliança anda sempre tudo à chapada... eis que a Legião regressa e espatifa esta coisa toda. Conclusão: lá tiveram de soltar os Illidari (que tanto trabalhinho deram para prender).

 

Portanto, este meus piquenos viram-se "descongelados" há, relativamente, pouco tempo e estão a tentar adaptar-se à nova vida. Por isso as histórias que me vão contando têm a ver com isto e com as relações entre eles.

 

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Nerd week: A Diva no World of Warcraft

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 Ora bem, nada como começar a semana a falar de jogos de computador (e para os aficcionados da linguagem eu sei que existe uma diferença entre Nerd e Geek mas, gostei mais do som de "Nerd" e é mais abrangente), porque sim,  eu gosto de jogos de computador (mais do que jogos de consola) e jogo World of Warcraft desde 2007 quando foi acrescentado à expansão do Burning Crusade a abertura do the Dark Portal (penso eu de que e se não estou em erro) e a partir daí nunca mais parei.

 

Por isso, é verdade... eu ainda sou do tempo em que os coitaditos dos Paladinos para terem o seu cavalinho, no nível 40, tinham de passar as passinhas do Algarve e correr Dire Maul para conseguirem ter o estupor do cavalo. E também sou do tempo em que Stone Watch Keep e torres circundantes, só tinham orcs elites e a maltinha era nível 18 e ou se tinha um amigo do nível 70 (não havia mais alto) que ia lá bater nos moços ou estava tudo lixado. A dungeon de Zul' Farrak também era uma animação, havia sempre wipes na escadaria. Era giríssimo. Naquela altura, como não havia o dungeon finder, os grupos não podiam ser feitos automaticamente portanto era importante pertencer a uma Guilda, conhecer as pessoas, saber pensar e saber jogar. Hoje em dia qualquer amíba consegue jogar sem ter de pensar muito, o que é uma pena mas, em rigor, os rapazes da Blizzard não são propriamente uma instituição de caridade.

 

As Guildas eram uma coisa divertidíssima também. Assistia-se a cada drama que vai lá vai. Nem era preciso ver novelas na televisão, bastava ligar o computador dizer "Olá" no chat da Guilda e começar a assistir à cena... ou cenas, eram sempre mais do que uma e havia-as para todos os gostos. Ser Guild Master naquela altura era super lixado, para além de ter gerir os eventos da Guilda (também não havia calendário, havia o chat e cada um marcava as cenas na sua agenda), ainda tinha de gerir sensibilidades. Um dia fiz uma fita gigantesca porque não me quiseram levar num raid a Karazhan... diziam que não tinha spell power suficiente... fiquei tão lixada que não falei com o meu namorado (da altura) durante 3 dias. Ele também jogava e pertencíamos à mesma Guilda e em boa verdade ele foi a razão pela qual comecei a jogar, mas aquela cena não se faz e eu fiquei mesmo danada. 

 

Hoje em dia a grande parte das pessoas com quem eu jogava, já não joga este jogo. A maioria simplesmente desistiu pelo grau de facilitismo que foi sendo introduzido ao longo das expansões e pela dinâmica social das Guildas que foi afetada e se perdeu bastante nestes tempos mais recentes. Quanto a mim, bom... eu lá vou jogando com os meus bonequinhos num percurso bastante solitário. Jogo porque gosto do jogo e gosto da história, mas já não me dou ao trabalho de socializar porque não vejo nada que me indique que vale a pena investir nesse sentido. Dungeons faço quando tem de ser e raids, sem malta decente numa Guilda igualmente decente nem pensar porque não tenho grande paciencia para histerias. No entanto, é claro que gostava de encontrar maltinha decente, tenho saudades disso.

 

E para concluir deixo-vos com uma foto dos meus "piquenos" de nível 110. Os outros 40 ainda não são deste nível.

 

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Da primeira semana de Maio

Pensavam v.exas que eu já tinha desaparecido, não era?

 Naaaaah. 

Tive um fim de semana prolongado em que, supostamente, descansei. Depois acabou e voltei ao trabalho no meu ninho de cucos favorito. 

Aparentemente regressou tudo meio alucinado, mas essa é outra história porque na verdade o que me apoquenta mesmo é o regresso dos calções. 

Pensei que já tinham morrido mas... não. Ainda hoje encorajei um colega meu colega meu a atropelar umas criaturinhas de calções. Ambos concordámos que seria um serviço público que prestávamos já que tal peça de roupa é claramente sobrevalorizada por algumas tipologias de fisionomia feminina de uma forma, um tanto ou quanto, distorcida. 

Infelizmente, também considerámos que os agentes da lei e da ordem poderiam não partilhar do mesmo conceito de serviço público e então não atropelámos ninguém. 

 

Da série "I hate people".

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Estava aqui a pensar no quanto detesto pessoas como regra geral. É verdade que esta se trata de uma afirmação, um tanto ou quanto, injusta porque estou a generalizar e a realidade é que a coisa não é assim tão linear como parece à primeira vista. 

 

Quando eu digo; "detesto pessoas" não estou a incluir o mundo inteiro, mas estou automaticamente a caracterizar comportamentos e situações de terceiros que me causam desconforto. A gradação do desconforto pode posteriormente variar entre o "estás aqui estás a levar com um taco de baseball nos cornos" até ao " bacano, agora a sério... quem é que te ata os atacadores?". As situações mais frequentes são as relacionadas com as questões sobre os "atacadores", as outras - relacionadas com os tacos de baseball - são menos frequentes porque se tratam de respostas mais agressivas relacionadas com a percepção individual de invasão e/ou ameaça. 

 

Por exemplo, não sei se vos acontece, mas uma coisa que me deixa completamente doida são as filas dos supermercados. Desde logo eu tento ir o menos possível a supermercados (prefiro fazer as compras online), porque não percebo e não tenho paciência para pessoas que andam por ali a passear. Não consigo entender o conceito de passear num supermercado, nem o de levar criancinhas a passear no mesmo e confesso que também não quero entender porque seja porque razão for, o que eu sei é que não tenho que levar com isso excepto em situações de emergência.

 

É nestas situações de emergência que se integra a questão das filas do supermercado. Eu não sei qual é o problema que as pessoas têm em respeitar o espaço individual de cada um. É um problema de distâncias. Normalmente, não conheço o outro de lado nenhum para que este sinta que tem o direito de estar coladinho à minha pessoa. A este tipo de "invasão/ameaça", por norma, respondo de forma agressiva que pode variar entre o rosnar ou dar-lhes uma pisadela inesquecível.

 

Poder-me-ão perguntar vocês: "Então e os transportes públicos?"

 

Ó meus amores....  Nunca, mas nunca, entro em qualquer transporte público que esteja apinhado nem que esteja atrasada para o que quer que seja. Da mesma maneira que, por norma, não frequento locais cheios de gente. Já estão a imaginar o meu desespero nos santos populares não é? Eu, que até gostava de mostrar ao marido essas celebrações e coisas assim, ele diverte-se e eu fico ali - numa espécie de tortura -  a sentir-me ameaçada por todos os lados. É uma sensação horrível digo-vos já.  

 

Ainda assim, o que me aflige mesmo é o respeito pela distância pessoal. Ou falta dele neste caso.

  

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