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A Diva do Sofá

Porque a vida em tons de cor-de-rosa é tão gira que devíamos atropelá-la com um camião TIR.

A Diva do Sofá

Porque a vida em tons de cor-de-rosa é tão gira que devíamos atropelá-la com um camião TIR.

Dos vilões que adoramos

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 Na verdade, tinha pensado em escrever qualquer coisa sobre a cena das vacinas porque um amigo meu tinha publicado uma frase, no seu mural do facebook, engraçadíssima que dizia assim: "Instalei um anti-vírus no meu computador. Ficou autista."; mas depois cheguei a hoje e achei que a temática era tão aborrecida que pensei cá de mim para comigo, "Que se lixe. Vou antes falar dos nossos vilões de estimação".

 

Pessoalmente, não vejo estes nossos adorados vilões como némesis no sentido que lhe é atribuído actualmente de o "pior inimigo". Posso, eventualmente, vê-lo no sentido clássico do termo enquanto força encarregada de combater a húbris, como força que combate os excessos e neste sentido, vejo-os antes como alguém que tem uma perspectiva diferente e que porventura colide com a do protagonista. Não os vejo como personagens maniqueístas, vejo-os como personagens com um percurso próprio que os conduziu aquela situação.

 

Os Comics sempre exploraram este aspecto muito bem e por isso é impossível não sentir simpatia por vilões como, por exemplo, o Magneto ou o Loki (ambos do universo Marvel). É claro que depois quando a coisa passa para o cinema ou para as séries de televisão e nos apresentam um Loki com esta cara:

 

Loki_DDS.jpg

 Pois é claro que a malta simpatiza... e simpatiza muito diga-se. Na realidade, e apesar de gostar muito dos outros dois vilõezinhos lindos do Arrow e do The Flash, tenho de admitir que o Loki é o meu vilão favorito e coitadinho Tom Hiddleston que, provavelmente, terá imensas dificuldades livrar-se deste personagem (não me parece que a coisa no Kong lhe tenha corrido muito bem  e no Crimson Peak, a coisa também podia ter corrido melhor mas isto é apenas a minha opinião).

 

 

 

 

via GIPHY

 

 

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Macacadas

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 No outro dia andava a passear pelo Pinterest e encontrei esta fotografia que amei. Não consegui chegar até ao nome do fotografo, por isso não sei a quem é que pertence, mas está categorizada como "stock" por isso deve fazer parte daqueles grandes acervos de registos fotográficos tipo Shutterstock e assim. De qualquer forma, estou apaixonada por esta fotografia e pelas expressões dos gorilas.

 

Adoro animais, uns mais que outros é verdade, mas gosto muito de bichitos e prefiro-os vivos e no seu habitat natural. 

 

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Australia

josh-233002.jpg

 

Pois é... no outro dia, o meu finlandês favorito saiu-se com uma proposta genial:

 

"Então e que tal mudarmo-nos para a Austrália?"

 

Considerando a natureza da pergunta, parti logo do principio que ele não se estava a referir, propriamente, às férias e perguntei-lhe logo de seguida se ele tinha batido com a cabeça em algum lado.

 

 

Não tenho nada contra a Australia, é até - segundo dizem - um excelente país para se viver actualmente e uma vez ultrapassadas algumas questões relativas à sua origem histórica até poderia ser interessante não fosse o caso de albergar mais espécies mortais por metro quadro do que há Roll's Royces em Hong Kong. Inclusive, antes prefiro um Roll's Royce nas mãos de um louco a um encontro com um predador venenoso naquela ilhota. 

 

Na verdade, a exuberante fauna existente down under foi a primeira coisa que me ocorreu (demasiados episódios do National Geographic presumo), senão vejamos:

 

  • Tubarões - e já estou a excluir os de duas pernas. Desde do tubarão-touro (não sei se é exactamente assim que se traduz), até ao grande tubarão branco estão lá quase todos e se eu já não gosto de praias sem tubarões, muito menos gosto delas com.

 

  • Alforrecas (i.e. Box Jellyfish e irukandji mais precisamente) - altamente perigosas e mortais. Também costumam passear pela praia, o que eu penso que é um bocado chato.

 

  • Cobras - se for altamente mortal, vive na Austrália. Se não vive na Austrália, é a coitadinha que tem o GPS estragado e foi parar a outro sítio por engano. 

 

  • Crocodilos - Fora do Jardim Zoológico... onde houver água, há crocodilos e nota-de-rodapé; não se deixem enganar porque estes bichitos correm que se desunham.

 

  • Aranhas - Tudo o que for aranha grande, gorda, peluda e mortal vive na Austrália. Quer dizer, quando eu esporadicamente me deparo com um aracnídeo assim mais bem alimentado e com pêlos, apesar dos pulos, dos gritos e do arraial todo, ainda lhe dou umas vassouradas. Mas para estas aranhas australianas não vamos lá com uma vassoura, isto só de bazuca ou lança rockets e eu não acredito que as autoridades locais me deixassem ter uma coisa destas em casa, até porque era capaz de perturbar os vizinhos.

 

  • Abelhas - Lembrem-se sempre das sábias palavras de Murphy: "Nada é tão mau que não possa piorar", na Austrália até as cabras das abelhas são consideradas altamente perigosas. Podiam ser como as abelhas europeias, que também picam a malta chia um bocado mas põe-lhe um bocado de vinagre (ou assim) e a cena passa mas, não. A abelha australiana tinha que ser diferente, porquê? Porque não pica só uma vez. Pica várias.  

 

  • Há também; sapos, formigas-touro, carraças australianas e centopeias gigantes - Ou seja, uma pessoa não faz outra coisa senão andar, na melhor das hipóteses, a enxotar insectos perigosos e bicharocos afins.

 

Conclusão: Eu já não tenho vida para isto, nem fiz o curso de sobrevivência dos SAS para lidar com tanto bicharoco e no fim disto tudo ainda nos arriscamos a levar uns sopapos de um canguru, era só o que faltava! Australia, não. Nem pensar.

 

 

 

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Sobre a geração Obelix

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Ora pois muito bem, como não cumpri o meu calendário na passada 6ª-feira (que era dia de publicar qualquer coisita), hoje temos dois posts.

 

Então, eu não publiquei nada no final da semana passada porquê?

 

Porque, por motivos profissionais, na 5ª-feira passei o dia inteiro num inferno, a que deram o nome de Futurália, a aturar putos. O que vale é que eu até estava bem disposta e a coisa correu bem, tendo eu tido a oportunidade de me divertir (principalmente a massacrar as criaturinhas e a promover a necessidade de frequentarem sessões de psicoterapia no futuro... o que é  muito bom - e podem agradecer-me depois - já que havia uma parte substâncial de piquenos que queria prosseguir uma licenciatura em psicologia). Isto significa que na 6ª-feira estava viva mas, de rastos.  

 

E então lá estava eu, fresca e fofa como um cacto, na Futurália a observar a horda de mafarricos à solta. Como devem imaginar o que não me faltou foi tempo para observar as criaturinhas e eu não sei se já tiveram oportunidade de reparar mas, as jovens adolescentes portuguesas não só estão F.A.F (i.e. Fat As Fuck, terminologia utilizada por alguns estrangeiros), como também se vestem ao estilo do Obelix, com aquelas calças horrorosas de gola alta que já não se viam desde a década de 80, ficando apenas a faltar-lhes o menir atrás das costas e o petit canídeo de seu nome ideiafix.

 

Confesso que o meu sentido estético é até consideravelmente eclético, mas naquele dia saiu da Expo bastante ferido e preocupado; é que quanto às vestimentas ainda é como o outro, agora o peso (ou excesso dele) é um problema sério de saúde e o que eu vi - concentradas num único sítio - foi uma série gigantesca de miúdas efetivamente gordas. Os rapazes nem por isso, agora nas raparigas há de facto um problema e o mais chocante é que são demasiado novas para já estarem a enfrentrar este flagelo, com a agravante de que o mais provável é que nem sequer o reconhecem como tal. Neste sentido é, extraordinariamente, importante que quem tem filhos esteja atento à dieta alimentar da sua prol, porque esta tem consequências directas na saúde e indirectas - a médio e longo prazo - na diminuição da esperança média de vida.

 

 

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