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A Diva do Sofá

Porque a vida em tons de cor-de-rosa é tão gira que devíamos atropelá-la com um camião TIR.

A Diva do Sofá

Porque a vida em tons de cor-de-rosa é tão gira que devíamos atropelá-la com um camião TIR.

Das leituras do meu Verão

Trono de vidro 2.jpg

 Ora pois muito bem, penso que é bastante seguro dizer que avacalhei, completamente, a minha lista de leitura de Janeiro (ou lá quando foi)  2017. Em boa verdade, penso que ainda não li um único livro que constasse daquela lista, apesar de ter começado a ler um deles. Acertei tudo ao lado, mas em meu favor, tenho a dizer que tinha montes de boas intenções em relação àquela lista de desejos.

 

Assim sendo, depois da maratona que foi ler os três livros - Corte de Espinhos e Rosas, a Corte de Névoa e Fúria e A Court of Wings and Ruin (já que não faço ideia qual é o título que lhe dão em português, nem se já está traduzido) - em 2 semanas, mais o terceiro livro da saga Angels of the Dark (da Gena Showalter), decidi que gostava do estilo de escrita da Sarah J. Maas e por isso devia ler esta saga do Trono de Vidro. Portanto assim fiz.

 

Li o primeiro livro (cuja versão em PT/BR podem encontrar aqui) e já vou lançada no segundo (cuja versão PT/BR também podem encontrar aqui), sendo que este se chama a Coroa da Meia-Noite. Não, não estou a ler as versões portuguesas e também não posso atestar a qualidade das mesmas. Tal como já tinha mencionado, prefiro as versões na língua original (excepto quando se trata de uma língua que não domino, como por exemplo gosto muito da Politeia do Aristóteles e tenho a edição bilingue PT/Grego mas pouco sei de grego para além de cumprimentos e insultos, pelo que dá jeito a versão em PT). Isto significa que, até ao final desta semana devo acabar de ler este segundo livro e ainda tenho mais 3, da mesma saga, para ler durante as férias e depois mudo para o The Lord of Midnight da Cassandra Clare.

 

É verdade, as minhas pancadas por livros são engraçadas. Quando há um autor/a com um estilo de escrita que me agrada, normalmente, leio tudo o que publicou. Da mesma maneira que quando há uma temática que me agrada, procuro ler tudo o que está publicado sobre essa temática, sendo que as minhas pancadas mais conhecidas neste âmbito são a Guerra de Tróia (e normalmente tudo o que está associado à Antiguidade Clássica) e Mitos Arturianos e pré-Arturianos. De resto - e de uma maneira geral - favoreço todos os géneros de Fantasia e Ficção Científica e não favoreço nada Políciais e Romancezinhos da treta (tipo Margarida Rebelo Pinto... sorry... é que abomino mesmo).

 

Concluíndo (sim, que isto hoje está mais longo do que o habitual), se não tiverem nada para ler durante as férias, se gostarem deste género literário e ainda não tiverem lido esta saga do Trono de Vidro, então leiam porque está bastante boa.

 

        


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Das Mulheres que Correm com os Lobos

Mulheres que Correm com os Lobos.png

 Diz Tânia Lopes - Livreira Bertrand no RioSulShopping - a propósito deste livro:

 

(...)a autora fala-nos do Arquétipo da " Mulher Selvagem". Descreve 19 mitos, lendas e contos de fadas que demonstram como a natureza instintiva da Mulher foi sendo domesticada ao longo dos séculos e a sua energia vital condicionada pela cultura. Um livro que ajuda as mulheres de hoje a descobrirem o seu direito a serem o que quiserem, depois de séculos de repressão. Não é um livro feminista, fala sobre igualdade e resgate da alma feminina

 

Como eu costumo dizer, cada um de nós corre com o que muito bem entender, mas eu prefiro os lobos... e os dragões, só que - vai-se lá saber porquê - ninguém me empresta um... dragão, isto é. Quanto ao livro, podem encontrar uma versão em português aqui.

 

 

 

 


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Do lobo de Thomas Hobbes

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 Esta é uma das frases que podem encontrar no Leviathan, de Thomas Hobbes, a propósito da natureza humana (para quem nunca teve oportunidade de ler este livro, leiam porque é bastante interessante).

 

Apesar de não concordar com a utilização abusiva da imagem do lobo, por parte do autor, enquanto predador percebo bastante bem a ideia por detrás da metáfora e dou-lhe o devido desconto de se tratar algo que foi escrito no século XVII (ainda que o ser humano não tenha mudado assim tanto desde então).

 

Sou uma péssimista antropológica. 

 


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